Pensando Diferente (1) – Pragmatismo
Olá a todos,
Esse espaço vai servir às minhas idéias e pensamentos que normalmente não encontro espaço ou entusiasmo para levar à frente na forma de um estudo mais profundo. É basicamente um momento de desabafo. Planejo ser breve e incompleto, deixando espaço para quem quiser completar, discordar e etc., é só usar os comentários abaixo. Meu foco será no "desenvolvimento", não necessariamente em termos de política externa, por isso já vou pedindo minhas desculpas…
Acredito que o Brasil precise de uma leve reorganização nos currículos escolares do ensino médio. Tudo bem, sei que nessa idade todos estão preocupados, em termos de escola, com o vestibular, pensando que o curso X, na faculdade Y, salvará suas vidas. Preocupados em decorar e treinar como soldados as matérias para ter sucesso na famigerada prova. Porém…
O que proponho é a substituição de certas matérias "inúteis", como sociologia e filosofia, por outras mais práticas, voltadas para noções de empreendedorismo/economia. Algo que faça os olhos dos mais espertos brilharem com possibilidades de ganhos, que, no fim, traduzir-se-ão em desenvolvimento para o Brasil.
Creio que o excessivo foco intelectual acaba por minar o desenvolvimento nacional. Seria um complemento ao que o professor Viola, da UnB, disse certa vez (não Ipsis litteris): estudar ciências humanas é inútil, os países desenvolvidos focam suas energias nas ciências exatas, essas sim geram riqueza e poder.
Um complemento, por que também de pouco adianta o estudo das ciências exatas se o foco for simplesmente acadêmico. "Brincar de ser doutor" não leva a nada, a não ser uma "medalha", um enfeite, que não é traduzido em bem-estar para o povo.
Visita do Ministro dos Negócios Estrangeiros de Cameroun, Henry Eyebe Ayissi
Por Daniel Cardoso Tavares
Imagem: www.podcastjournal.net
O Ministro dos Negócios Estrangeiros do Cameroun, Henri Eyebe Ayissi, visita o Brasil entre 8 e 12 de fevereiro. Essa é a segunda visita de um chanceler camerounês, sendo que a primeira foi em 2005.
Amanhã, Ayissi será recebido por Celso Amorim no Palácio Itamaraty, onde terão um almoço de trabalho e abrirão a III Reunião da Comissão Mista Brasil-Cameroun. O ministro fará ainda visita à sede da EMBRAPA.
No dia 10, ele manterá reunião com Miguel Jorge, Ministro do MDIC. No dia 11 terá encontro com representantes da FIESP e discutirão oportunidades de investimento no país africano.
De acordo com o MRE, "entre 2005, quando a Embaixada do Brasil em Iaundé foi reaberta, e 2008, o comércio bilateral cresceu de US$ 88 milhões para US$ 136 milhões."
A Política Externa do PT e a do Governo: Divergências
Por Daniel Cardoso Tavares
Fonte: Valor Econômico
Embora tenham em comum a atuação de Marco Aurélio Garcia, assessor internacional da Presidência e coordenador do programa de governo da candidata petista ao Planalto, Dilma Roussef, o governo e o PT não estão afinados em termos de política externa.
No PT, existe desconforto com o livre comércio entre Mercosul e Israel e há críticas ao empenho oficial em prol de avanços na Rodada Doha da OMC (Organização Mundial do Comércio). O relacionamento entre multinacionais brasileiras e o governo também é vista de forma distinta.
O Valor afirma que a eleição de um candidato do PSDB provocaria mudanças na política externa: "Afinal, vêm do campo tucano as críticas mais veementes e constantes à atuação do Itamaraty e do Planalto contra, entre outra iniciativas, o ativismo pela cadeira permanente no Conselho de Segurança nas Nações Unidas e a cordialidade nas relações com a Venezuela de Hugo Chávez; e Serra não esconde sua antipatia por certas limitações impostas no Mercosul à ação internacional do país."
Para o periódico, há dissonâncias entre o partido e o governo, que vieram à tona na reunião ocorrida no sábado, aqui em Brasília. Uma delas estaria no fato de peças-chave do PT estarem preocupadas com a atuação de empresas brasileiras no exterior, nos conflitos entre seus interesses e as populações locais. O partido sugere algo como um "código de conduta" para essas empresas, ao que Garcia rebate afirmando que existe crescente consciência por parte dessas empresas acerca de seu papel no contexto do local em que se fixam. Outro fator levantado por ele é o de que "a presença das companhias brasileiras tem se dado por convite explícito dos governantes".
Além disso, Marco Aurélio opôs-se à visão de que as esquerdas do continente estão em um "estado defensivo estratégico" em relação à implantação do socialismo. Ele é contrário ao desejo partidário de criar algo como um bloco de governos de esquerda.
Há, também, a percepção do partido de que os países vizinhos temem um "subimperialismo brasileiro", reforçado "pela atitude arrogante e predatória de empresas brasileiras". "Nos países vizinhos, políticos de direita ou de esquerda criticam o avanço "imperialista" do Brasil mas também defendem a presença de empresas brasileiras, se servirem para a "correção de assimetrias", comentou [o deputado] Dr. Rosinha."
"As empresas vão pelo lucro, vão especular mesmo", comentou o deputado. "Qual o comportamento que teremos?", perguntou, manifestando o dilema do partido, que, nos países da América do Sul, tem articulações com outros partidos de esquerda, alguns de discurso anti-capitalista. "Ou fazemos um processo de correção das assimetrias, ou se faz como os Estados Unidos no México: constrói um muro [para evitar a imigração]".
Enquanto o governo defende a cooperação com os EUA, os autores do documento preparado pela Executiva do PT, são da opinião de que a política externa brasileira abre um campo de competição com os EUA. Apesar de termos a doutrina de respeito e pacifismo, "a imensa importância geopolítica do Brasil tem o potencial de transformá-lo em ‘ameaça’ aos EUA."
O documento debatido na semana passada ainda passará pelas instâncias superiores do partido, até ser submetido à Convenção Nacional do PT. Será interessante comparar esse ponto de partida com o que resultará do debate voltado ao fortalecimento da campanha da candidata de Lula à sua sucessão.
Comentários: Tirando as questões do PT, que já estão bem colocadas acima…
"Afinal, vêm do campo tucano as críticas mais veementes e constantes à atuação do Itamaraty e do Planalto contra, entre outra iniciativas, o ativismo pela cadeira permanente no Conselho de Segurança nas Nações Unidas e a cordialidade nas relações com a Venezuela de Hugo Chávez; e Serra não esconde sua antipatia por certas limitações impostas no Mercosul à ação internacional do país."
O que ele pode fazer? Fazer com que o Brasil abdique da busca por um lugar permanente? Seria "maravilhoso" se a reforma acontecesse e ficássemos de fora. Ficaria cristalizada a maior burrice do século.
Sobre a cordialidade: O que ele pode fazer? Começar a criticar o governo venezuelano? Talvez ele fique feliz ao vê-los lançar toda sua retórica contra nós, romper os laços que criaram com o modelo de TV Digital brasileiro-japonês, principalmente na compra do GINGA (alguns dizem que isso é um mito, mas ok…), tomar atitudes imoderadas acerca de temas comerciais, travar o Mercosul, interna e externamente, etc. A melhor maneira de lidar com eles é aproximando, não afastando.
Por falar em nosso bloco regional: por mais insatisfeito que alguém esteja, o Mercosul já provou pela forma mais confiável, i.e. números, que não é prejudicial, mas sim benéfico ao comércio tanto do Brasil, como dos demais países do Bloco.
Nossos Heróis de Bóinas Azuis e o Brasil em Operações de Paz (Livro)
Retirado do site do colega Sérgio Carrera: http://missaodepaz.wordpress.com/
Caro Comandante Geral,
Queira aceitar – sobretudo os colegas de Turma da APMB – o meu profundo e sincero sentimento de pesar pela perda do Capitão Cleiton!
Certamente, dos dias que passou entre nós, teremos gratas lembranças! Lembro como se fosse hoje, em 2005, quando o designei para a primeira Missão no Haiti e em visita à Brasília, ele teve a gentileza de passar em meu Gabinete no Comando Geral, oportunidade em que conversamos por mais de uma hora sobre o trabalho que realizava naquele país! Estava muito entusiasmado e muito consciente da relevância da presença da ONU naquele ambiente de pobreza, de fome e de doenças! Pelo modo e pelo grande entusiasmo com que falava (e pelo conceito que tinha junto aos seus superiores hierárquicos na ONU), percebi que o Cleiton tinha encontrado uma razão muito forte de existir, quer como pessoa humana, quer como profissional.
Algumas vezes tive oportunidade de falar aos policiais militares mais próximos, sobre a escritora chilena Gabriela Mistral. Para Gabriela, servir ao próximo não é uma opção pessoal, que fazemos apenas porque queremos, ou porque nos pagam para isso! Servir é uma dádiva, uma graça concedida por Deus a pessoas previamente escolhidas por Ele. O maior exemplo foi Jesus, que Ele escolheu para nos servir e nos servindo morreu!
O Cleiton foi escolhido por Deus para fazer o que tinha que fazer! Era lá que Deus queria que ele estivesse e não aqui entre nós! O Cleiton cumpriu a sua missão e Deus o levou para ficar com Ele!
Como ex-Comandante Geral, como cidadão brasileiro e, também, como pai que sou, sinto-me extremamente honrado em tê-lo conhecido pessoalmente. Uma pessoa educada, de excelente caráter, um exemplo de profissional e, também nos demonstrou, de alma generosa na atenção e carinho que dispensou ao povo tão carente do Haiti. A sua existência só pode ser um um motivo de orgulho para os seus pais, familiares e esposa – e para todos nós! Futuramente, também será para o seu pequeno filho!
O Cleiton se foi! Perdemos um grande ser humano! Um homem honrado! O Cleiton não veio ao mundo para ser um herói! Nem queria! Ele veio para ser ele mesmo! Ele veio para servir! O heroísmo é apenas um detalhe na sua maravilhosa existência e uma maneira que encontramos para prestar-lhe uma justa, merecida e inquestionável homenagem!
É assim que sempre me lembrarei dele!
Cel RR Renato Azevedo
ex-Comandante Geral da PMDF
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Foi lançado, no dia 21 de dezembro, o livro "Brasil: 60 Anos de Operações de Paz", escrito por Paulo Roberto Campos Tarrisse da Fontoura, Embaixador do Brasil no Líbano. A edição e publicação foi feita pela Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha (DPHDM).
"O livro é uma homenagem àqueles que serviram em operações de manutenção da paz das Nações Unidas e retrata, numa coletânea fotográfica, a participação brasileira desde o fim da Segunda Guerra Mundial."
“A leitura deste livro é uma viagem através do tempo, por lugares maravilhosos, em momentos nem sempre agradáveis e onde se destaca a figura do ser humano profissional, técnico, dedicado, voluntarioso, criativo, herói e crente em um dos maiores valores da vida: a paz.
Kleber Luciano de Assis
Almirante-de-Esquadra”
Como comprar o Livro Brasil: 60 anos de Operações de Paz:
1) Acessar o site www.tesouro.fazenda.gov.br;
2) Entrar nos links: SIAFI, Guia de Recolhimento da União e Impressão de GRU;
3) Gerar a GRU;
4) Pagar no Banco do Brasil
5) Enviar o comprovante através do e-mail: humberto@dphdm.mar.mil.br ou pelo fax: (21) 2104-5492.
OBS.:
É obrigatório o preenchimento dos campos abaixo conforme indicado:
UG – 673006
Gestão – 00001
Código de Recolhimento – 28886-1
Número de Referência – 67900000000CPF/CNPJ do comprador
NOME: do comprador
Valor Principal:
Valor Total: 40,00
Itamaraty: Irã Está Blefando ao Anunciar que Pode Enriquecer Urânio a 20% + Inside Story de Alguns Dias Atrás
Fonte: Estadão
Irã não tem como enriquecer urânio a 20%, diz Itamaraty
Especialistas que acompanham o tema acreditam que essa jogada demonstra ousadia em assumir alto risco
BRASÍLIA -- O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, blefou quando ordenou o início do enriquecimento de urânio a 20% em seu país, na avaliação do Itamaraty. Especialistas brasileiros que acompanham o tema acreditam que essa jogada demonstra ousadia em assumir alto risco. O Irã não tem capacidade de enriquecer nesse nível em curto prazo e, com a declaração de Ahmadinejad, pode provocar mudança de posição da China, o único membro do Conselho de Segurança das Nações Unidas que se mostrava disposto a vetar novas sanções ao país.
A nova iniciativa do Irã deverá redobrar os esforços do governo brasileiro para não fechar os canais de diálogo entre o governo iraniano e as potências do P5+1 (Estados Unidos, Reino Unido, França, China, Rússia e Alemanha) em favor de um "fato novo" para solucionar esse conflito. Na visão do chanceler Celso Amorim, o "fato novo" seria o acordo de troca de urânio iraniano enriquecido a 3,5% por combustível nuclear da França.
Na semana passada, quando já se prenunciava outra vez a relutância do governo do Irã em aceitar o acordo, Amorim conversou com o chanceler daquele país, Manuchehr Mottaki. Um dia antes, em um seminário sobre desarmamento nuclear, em Paris, Amorim declarou que ambos os lados não deveriam "deixar que essa oportunidade (o acordo) seja esquecida".Pressões -- No Itamaraty, há convicção de que o primeiro gesto em favor desse acordo partiu do próprio Ahmadinejad. Suas idas e vindas, depois de formulado o acerto, decorreram de pressões políticas internas -- a oposição é um dos principais eixos defensores do uso militar da energia nuclear -- e também da insegurança com relação ao cumprimento do acordo. Com a confiança desgastada, especialmente depois da revelação do reator mantido em segredo em Qom, em 2009, o Irã passou a contar com poder de barganha cada vez menor até mesmo para defender interesses legítimos.
O acordo prevê a entrega do estoque iraniano de 1.200 quilos de urânio enriquecido a 3,5% para a Rússia, que elevaria esse nível a 20%. Dali, seria enviado à França, que o transformaria em combustível para um reator que fabrica radiofármacos, em Teerã. Esse acerto daria mais segurança ao P5+1, por retirar do Irã a matéria-prima para a construção de armas atômicas, que exigem enriquecimento em torno de 90%.
Para o Irã, entretanto, ainda faltam garantias de que vai realmente receber o combustível para seu reator de Teerã. Daí sua proposta de entregar o estoque divido em três cotas -- cada uma de 400 quilos -- e sua exigência de receber simultaneamente o combustível nuclear. A França salgou ainda mais essa dúvida ao declarar que sua estatal nuclear, Areva, não teria condições de entregar combustível ao Irã antes de dois anos, em razão dos compromissos anteriores de fornecimento.
Como o Irã dispõe de combustível por cerca de um ano, seu reator teria de ser paralisado se não houvesse condições de receber de outra empresa. Para o Itamaraty, uma prioridade política do governo francês para o Irã no esquema de produção da Areva poderia contornar esse problema. Mas a França não quer dar mais uma chance ao Irã e considera que a imposição de novas sanções é a melhor forma de lidar com esse país.
Neste mês, a França ocupa a presidência rotativa do Conselho de Segurança da ONU. As retaliações sobre pessoas físicas e empresas ligadas à Guarda Revolucionária Iraniana já foram listadas pelos Estados Unidos, mas não foram apresentadas ao comitê que acompanha as sanções anteriores por conta da resistência da China, que ainda aposta no diálogo.
Para o Itamaraty, assim como a Rússia cansou-se das idas e vindas do Irã e passou a apoiar as sanções, o governo chinês poderá seguir o mesmo caminho. Nesse caso, será impossível evitar as novas retaliações. Os esforços do governo Luiz Inácio Lula da Silva nesse imbróglio terão fracassado, mesmo com o voto contrário do Brasil, que é membro não-permanente do Conselho de Segurança desde 1º de janeiro. Nesse caso, caberá ao Brasil, como exemplar sócio da ONU, aplicar as sanções.
Entenda o caso até poucos dias atrás:
Política Internacional (5) – European Union Chronology
Texto produzido por nossos colaboradores internacionais.
The European Union begins with the goal of putting a stop to the ongoing bloody wars that existed with neighboring countries in Europe. With the Second World War friction had reached its highest point. In order to secure not only lasting peace but to unite countries politically and economically, a move is made to unite European countries. With the formation of the European Coal and Steel Community, unification begins.
The founding fathers of the European Union were: Konrad Adenauer, Sir Winston Churchill, Alcide de Gasperi, Walter Hallstein, Jean Monnet, Robert Schuman, Paul Henri Spaak, and Alteiro Spinelli.
1950 — Robert Schuman, French Foreign Minister, presents a plan for deeper cooperation. Later, every 9 May is celebrated as ‘Europe Day’.
1951 – The countries of France, Italy, West Germany and the three Benelux countries (Belgium, Luxembourg, and Netherlands) make an agreement (Treaty of Paris) to unify their coal and steel markets.
1956 – The people of Hungary rise up in protest against the Communist regime. Hungarians pull down a statue of Stalin, which stood in their capital, Budapest. Soviet tanks come to the streets of Budapest, putting down the protests.
1957 – The six original countries to join the European Union—France, Italy, West Germany, Belgium, Luxembourg and Netherlands—sign the Treaty of Rome which creates the original European Union, then called the European Economic Community (EEC) or otherwise known as “Common Market.” The Treaty of Rome allows for people, goods and services to move freely across the borders.
It is during this same year that the Soviet Union leads in the “space race,” beating out the United States. It launches the first man-made space satellite known as “Sputnik 1,” which orbits the earth. In 1961 the Soviet Union once again beats the United States with the first cosmonaut, Yuri Gagarin.
1960’s – This time period is known as the “Swinging Sixties.” It is during this decade that an emerging “youth culture” takes place. This is especially true with the introduction and widespread mania of “The Beatles” coming on the scene. Creating a wider gap in generations and stimulating a cultural revolution is also marked by this time period.
During the 1960’s it also becomes a favorable period for the economy. The European Union countries decide to put a stop to charging custom duties when trading with one another. There is also an agreement made over food production, thereby allowing enough food for everyone to eat.
1961 – The countries of Denmark and Ireland, along with the United Kingdom, apply to join the European Economic Community. However, Frances’s president vetoes Britain’s application. It is also during this year that authorities in communist East Germany build a wall across Berlin. This was to prevent citizens of East Germany from escaping to the West, where life there had more freedom. Some people from East Germany manage to escape while others are shot by guards as they attempt to escape.
1962 – The “Common Agricultural Policy” is developed by the European Union. This gives the countries joint control over production of food. Farmers are all paid the same price for their produce. This results in farmers earning good income and there being enough food to cover the needs of all people.
1963 – The European Union’s first international agreement is signed. This deal serves to help 18 former colonies in Africa.
1968 – Due to frustration with unresponsive governments, along with issues concerning the Vietnam War and the nuclear arms race, protests and riots by students and workers take place. Also during this year customs duties are removed on goods imported from countries within the European Union. For the first time, there is free cross-border trade. The same duties are also applied to imports from countries outside the European Union. Trade within the European Union and the rest of the world grows quickly.
During this year Soviet tanks, with over 600,000 troops occupy Prague. The Czechs and Slovaks are helpless to do anything. A student, Jan Palach, burns himself to death in protest against the occupation.
1970’s – There is a great deal of intensity concerning pollution issues. The European Union introduces “the polluter pays” which is designed to help protect the environment. Groups working toward these issues were formed, such as “Greenpeace.”
1972 – The “exchange rate mechanism” (ERM) is created which is a first step toward the eventual “euro,” which would come into effect 30 years later.
1973 – The European Economic Community allows the countries of Denmark, Ireland and the United Kingdom to join. In this same year a short but brutal Arab-Israeli war erupts. This creates an energy crisis and economic problems throughout the European Union.
1974 – The last of the right-wing dictatorships come to an end in Europe. This comes as a result of the Salazar regime in Portugal being overthrown, and a year later the death of General Franco of Spain. At the same time, in an effort to show solidarity, the “European Regional Development Fund” is set up by the leaders of the European Union. The purpose is to improve roads and communications, along with creating jobs to poorer regions.
1979 – By now the European Economic Community regional policy begins to assign considerable sums of money in order to create jobs and infrastructure in some of the poorer areas. The first Europe-wide elections to European Parliament take place. This allows all citizens, for the first time, to elect their members directly.
1980 – Following the Gdansk shipyard strikes the Polish trade union, Solidarność, along with its leader Lech Walesa, become household names across Europe. Other strikes take place across the country. Solidarność is created as an independent trade union. Gradually the government begins to reassert its power and by the end of 1981, imposes martial law. This ends Poland’s short time of power over the people.
1981 – Greece joins the European Economic Community, this after being eligible to join since 1974 when its military regime was overthrown and there was restoration in democracy.
1984 – In an effort to stay in the forefront of innovation, the “Esprit” program is adopted by the European Union. This is the first of many development and research programs funded by them.
1986 – Spain and Portugal join the European Economic Community.
Despite the customs duties disappearing in 1968, there is still difficulty with trade flowing freely across European Union borders. The Single European Act is signed, launching a vast six-year program. This allows work on sorting out the problems with the free-flow of trade across European Union borders, thus creating the “Single Market.” Through this act European Parliament is given more power in environmental protection.
1989 – The Berlin Wall is toppled, creating major political upheaval. The border between East and West Germany is opened. This symbolizes the collapse of communism across Central and Eastern Europe, which had begun in the countries of Hungary and Poland.
1990 – Following the fall of the Berlin Wall and subsequent reunification of Germany, the European Economic Community extends to cover what had been East Germany.
1991 – Yugoslavia begins to break apart. First there is an eruption of fighting in Croatia, which then moves to Bosnia and Herzegovina. A bloody civil war takes place between Serbs, Croats and Muslims.
1992 – An important milestone takes place within the European Union when the “Treaty on European Union” is signed. It sets clear rules concerning the future single currency along with foreign and security policy. Under this treaty, the name “European Union” officially replaces the original “European Community.”
1993 – The “Single Market” is established with the “four freedoms” which include: free movement of goods, services, people and money. It is during this year that the “Maastricht Treaty” is signed.
1995- The European Economic Community officially becomes the European Union. Australia, Sweden and Finland join the union. With now 15 members joining the union, almost the whole of Western Europe is included. Communication is also expanded during this time period with more people using mobile phones and the internet.
Seven countries—Belgium, Germany, Spain, France, Luxembourg, the Netherlands and Portugal—are affected by the “Schengen Agreement.” This allows travelers of any nationality to journey between these seven countries without any passport control.
1997 – The “Treaty of Amsterdam” is signed. This builds on the achievements of the “Maastricht Treaty” signed in 1993. It gives Europe a stronger voice in the world, reforming European Union institutions. It also allows for greater concentration on resources for employment and the rights of citizens.
1999 – The “euro” (single European currency) is launched.
2004 – The biggest expansion yet to take place occurs with eight former communist countries in Central and Eastern Europe joining the European Union. They include: Cyprus, Malta, Slovenia, Czech Republic, Hungary, Slovic Republic, Estonia, Poland, Lithuania, and Latvia.
2007 -- Romania and Bulgaria join the European Union. Between the years 2000 and 2008 the process of all the countries joining the union contributed to an average 1.75 percentage points to the annual GDP growth amongst these countries. Such enlargement brings economic benefits to existing European Union members as new export markets open up.
Today – Today’s European Union contains 27 member states which include:
Germany
France
Britain
Italy
Spain
Poland
Romania
Netherlands
Greece
Belgium
Portugal
Czech Republic
Hungary
Sweden
Austria
Bulgaria
Denmark
Slovakia
Finland
Ireland
Lithuania
Latvia
Slovenia
Estonia
Cyprus
Luxembourg
Malta
Under current rules in the European council, where heads of government meet to make decisions, voting rights are rewarded roughly in proportion to a country’s population. Although, smaller countries tend to do better proportionally than larger countries do.
Recently Croatia, Macedonia and Turkey have had their applications officially accepted. It appears that the only one of those countries to likely join in the near future is Croatia. This would probably happen in 2011. Negotiations with Macedonia are being blocked by Greece, which has concerns about the former Yugoslav’s Republics name. Turkey’s movement toward joining the union has stalled due to concerns amongst senior European leaders. There is concern that Turkey should even belong to the European Union.
In 2009 Iceland applied to join the European Union. Its economy has been wrecked by financial crisis, so they hope to be able to join quickly.
Albania, Montenegro, and Serbia have been allowed but the countries of Bosnia and Kosovo are some way off yet.
Further East, with Ukraine, the issue of joining the European Union becomes murkier. Ukraine is the poorest country in the region. They are keen on the idea of joining, however, the European Union is deeply wary of extending an invitation to such a large, poor country that has been wracked by instability and corruption.
Georgia aspires to earn European Union membership but there is real no prospect of this in the short or even medium term.
The euro is the new currency for many Europeans. The September 11, 2001 terrorist attacks against New York and Washington seem to be influence Europe’s work on fighting crime. The political divisions between East and West Europe are declared healed in the year 2004, when the biggest expansion into the union took place. To date, there is still debate about the future of Europe. Many people think it is time for Europe to develop a constitution but what sort of constitution is by no means easy to agree.
Nota: No futuro, colocarei aqui uma versão em português mais "seca", voltada para informações como datas e nomes de tratados.
Pensadores (65) – Edward N. Luttwak: Estratégia
Conversations host Harry Kreisler welcomes Edward N. Luttwak for a conversation on his new book, The Grand Strategy of the Byzantine Empire." Luttwak discusses the logic of strategy; the distinctive features of Byzantine strategy with its balance of diplomacy, intelligence, and military power; the institutional and ideological foundations that account for the eight hundred year survival of Byzantium, and the implications of this record for other great powers with diminished resources confronting many adversaries. The conversation concludes with a comparison of Rome, Byzantium, and the United States.
Comentário: Uma visão muito interessante sobre o que é estratégia… e também como os norte-americanos parecem não saber muito bem o que estão fazendo. É interessante ver como isso fico bem próximo ao que Mearsheimer coloca em termos de atuação em locais distantes, no chamado "pass the buck". No sentido de passar a bola, a responsabilidade, para os outros… Foi o que os EUA fizeram com o Brasil no Haiti no passado.
Em relação ao Brasil, acho que temos um bom potencial de utilizar a forma estratégica que o Luttwak propõe. Acabei gostando muito do que ele disse e comprei um dos livros dele, o "strategy". Não vai ser útil diretamente para o concurso, mas como é bem enxuto (200- páginas) é possível ler rapidamente.
Discurso da Embaixadora Maria Luiza Ribeiro Viotti no CSNU
A Representante Permanente do Brasil junto às Nações Unidas, Embaixadora Maria Luiza Ribeiro Viotti, discursou em sessão do Conselho de Segurança cujo tema girou em torno do "briefing" concedido pelo presidente em exercício da Organização de Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), o Secretário de Estado e Ministro dos Negócios Estrangeiros do Cazaquistão, Kanat Saudabaye.
Security Council
Briefing by the Chairman-in-Office of the
Organization for Security and Cooperation in Europe
New York, 5 February 2010
"Mr. President,
We are honoured to welcome in the Council today the Secretary of State and Minister of Foreign Affairs of Kazakhstan and Chairman-in-Office of the OSCE, H. E. Mr. Kanat Saudabayev. I thank him for his presentation and I salute Kazakhstan for assuming the Chairmanship of such important organization.
As early as last month, in its first Presidential Statement of 2010, the Security Council reiterated the importance of cooperation between the United Nations and regional and sub-regional organizations. The collaboration between the UN and OSCE is a concrete example of a partnership that has helped to strengthen international peace and security.
We commend the work carried out by the OSCE, particularly its activities in promoting political dialogue and strengthening national capacities in South-Eastern Europe, Eastern Europe, the Caucasus and Central Asia.
We also note the OSCE efforts in enhancing the capacity of Afghanistan to manage its borders with its Central Asian neighbours. We appreciate and encourage the close coordination of OSCE with UNAMA.
We also acknowledge the role played by the OSCE Conflict Prevention Center in early warning, conflict prevention, crisis management and post-conflict rehabilitation. It is critical that the cooperation between the UN and organizations such as OSCE extend to all phases of a conflict.
We welcome the priorities outlined by Kazakhstan for its OSCE Chairmanship. We note, in particular, the importance attached to a balanced approach to all OSCE baskets -- political and military, economic, environmental, and human -- with a view to addressing not only the symptoms, but also the causes of security-related problems.
We look forward to the continued cooperation between the United Nations and the OSCE in the maintenance of international peace and security.
We wish Kazakhstan a very successful Chairmanship.
Thank you".
Etanol Brasileiro é Reconhecido como "Avançado" nos EUA
Por Daniel Cardoso Tavares
Imagem: www.riobranco.org.br
O etanol brasileiro foi reconhecido como "biocombustível avançado" pela Agência de Proteção Ambiental dos EUA (“Environmental Protection Agency” – EPA). A constatação foi a de que o combustível brasileiro reduz em 61% a emissão de gases causadores do efeito estufa quando comparado à gasolina. Essa classificação é dada aos combustíveis que têm nível de redução de pelo menos 50%.
As metas do Congresso dos EUA estabelecem a elevação progressiva do uso de biocombustíveis avançados, devendo chegar a 80 dos 136 bilhões que serão consumidos no ano de 2022.
De acordo com o Itamaraty, o resultado positivo adveio do trabalho do governo, comunidade científica e do setor privado brasileiro, desde o início dos debates sobre a legislação que regula o tema, em 2007.
Em paralelo, a estreita cooperação mantida pelo Brasil e pelos EUA, nos quase três anos de existência do Memorando de Entendimento sobre Biocombustíveis, tem gerado resultados significativos no sentido da formação de um mercado internacional para o etanol e o biodiesel, objetivo compartilhado pelos dois maiores produtores e consumidores de biocombustíveis do mundo.
MDIC Abre Inscrições para Missão ao Oriente Médio
Por Daniel Cardoso Tavares
Fonte: ANBA
Miguel Jorge, Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, vai liderar delegação de empresários ao Egito, Líbano e Irã. A viagem partirá em 11 de abril e ficará até o dia 17.
Ele contará, naturalmente, com o apoio do MRE, da Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), Câmara de Comércio Árabe Brasileira e da Câmara de Comércio e Indústria Brasil Irã.
As inscrições devem ser feitas pelo site do MDIC, sendo considerados prioritários os setores de bebidas e alimentos, casa e construção, equipamentos e máquinas, infraestrutura, aeronáutica e veículos automotores.
De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior do MDIC, as exportações do Brasil ao Egito renderam US$ 1,444 bilhão no ano passado, um aumento de 2,5% em comparação com 2008. Os principais itens embarcados foram minério de ferro, carnes in natura, açúcar, aeronaves e produtos químicos inorgânicos. Empresas tanto do Egito como do Líbano já compraram aviões da Embraer.
Ao Líbano, as vendas somaram US$ 310,6 milhões em 2009, um crescimento de 13,4% em relação ao ano anterior. As principais mercadorias comercializadas foram carnes in natura, bovinos vivos, café, semimanufaturados de ferro e aço e óleo diesel. O Brasil concentra a maior comunidade de imigrantes libaneses e descendentes do mundo.
Para o Irã, a receita dos embarques chegou a US$ 1,218 bilhão no ano passado, um avanço de 7,5% sobre 2008. Os principais produtos da pauta foram carnes in natura, milho, açúcar, farelo de soja e soja em grãos.
Segundo o MDIC, nos casos dos ramos de alimentos e bebidas, casa e construção, máquinas e equipamentos e veículos, podem ser organizadas rodadas de negócios, se for de interesse das empresas. Para as áreas de infraestrutura e aeronáutica serão feitas agendas individualizadas.
A delegação vai viajar em avião da Força Aérea Brasileira (FAB) e haverá transporte para os compromissos que fazem parte da agenda da missão. Todos os outros custos são de responsabilidade das empresas. Como as vagas são limitadas, haverá um processo de seleção. O primeiro país a ser visitado será o Irã, seguido do Egito e, por último, o Líbano.
Mais informações e inscrições
Pesquisa: Novo Domínio?
Olá a todos,
Gostaria de saber se vocês acham que o domínio (aquele nome/endereço do site) deve mudar e, em caso positivo, para qual opção.
As alternativas são:
politicaexterna.com (manter)
politicaexterna.net.br
politicaexterior.com.br
politicaexterior.net.br
Tecnicamente, o domínio politicaexterior aumentaria em 3x o número de acessos. O Google informa que as pesquisas com o termo politica externa chegam a 9.000 por mês (eu tenho registrado algo como 10-11 mil acessos por mês), enquanto o termo politica exterior é de 27.000 no mesmo período.
O problema é que política externa é o termo dominante no Brasil, mas só aqui. Enquanto política exterior é procurado por todos os países da América Latina, mas não muito aqui em nosso país.
A pesquisa abre a possibilidade de, caso seja escolhido o "exterior", aumentar a visibilidade do Brasil em nosso continente. Digamos que "obrigaríamos" os demais latinos a lerem nossas coisas, tomarem ciência de nossas ações, etc…
Deixo alguns gráficos para que quem tem real desejo em me ajudar possa ter mais noção na hora de votar. Teoricamente essa deveria ser uma decisão só minha, mas a dúvida já dura mais de três meses, então peço a colaboração de vocês
.
Por favor, votem no menu ao lado.
Obrigado,
Brasil Financia Projeto de Educação no Haiti
Fonte: MRE
O Brasil doou US$400 mil para o financiamento integral de um dos três projetos elaborados pela UNESCO para a reconstrução do sistema educacional do Haiti. O montante será destinado ao treinamento de professores e beneficiará cerca de 110 mil estudantes haitianos de nível secundário e superior.
A doação foi anunciada pelo Ministro Celso Amorim após encontro com a Diretora-Geral da UNESCO, Embaixadora Irina Bokova, na sede da Organização, em Paris, no dia 1o de
Navio Brasileiro Leva Equipamentos ao Haiti
Por Daniel Cardoso Tavares
Fonte: Defesa Brasil e Marinha do Brasil
O Navio de Desembarque de carros de Combate (NDCC) "Almirante Saboia" partiu (suspendeu) da Base Naval de Mocanguê em direção ao Haiti no dia 1º de fevereiro. A carga é de mais de 700 toneladas de material que servirá de ajuda humanitária e equipamentos para as tropas da Marinha (Fuzileiros Navais) e do Exército.
A Marinha disponibilizou o navio desde o início dos esforços de ajuda ao Haiti, mas aguardava decisão quanto à carga e o momento de transportá-la. Agora, após o transporte do material emergencial, vai o restante, mais volumoso e pesado.
A chegada será no dia 17 de fevereiro, em Porto Príncipe.
Comentário: A alguns dias eu tinha feito o questionamento sobre onde estavam nossos navios. Bom, fica aí a resposta: eles estavam a postos, mas esperando ordens para partir.
Terminou a Disputa no FX-2: Brasil Escolhe o Caça Francês (DASSAULT RAFALE)
Por Daniel Cardoso Tavares
Fontes: Correio Braziliense, www.rafale.com.br e Folha de S. Paulo
Mesmo com o preço superior aos dois concorrentes, nós fechamos negócio com a Dassault para a compra do caça Rafale. Amorim e Lula bateram o martelo depois que a Dassault abaixou o preço de US$ 8,2 bilhões (R$ 15,1 bilhões) para US$ 6,2 bilhões (R$ 11,4 bilhões) o preço final do pacote de 36 aviões para a FAB.
Apesar da redução, o preço dos concorrentes era menor (USD 4,5 bilhões o Gripen NG, da Saab, e USD 5,7 bilhões do F-18 Super Hornet). "Além do custo do pacote, que inclui avião, armas, logística e custo de transferência tecnológica, a Dassault estimou que a manutenção dos aviões por 30 anos custará US$ 4 bilhões."
[…] o formato do relatório da FAB era muito rígido, e o Rafale não foi o melhor em nenhum dos critérios.
Assim, Jobim estudou o relatório, elaborado em mais de dez meses pela Copac (Comissão Coordenadora do Programa Aeronaves de Combate), e fez, anteontem, uma exposição a Lula para justificar a escolha do Rafale, decidida há meses.
Jobim comunicou a decisão ao comandante da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito, que, conforme relatos, ficou "desolado", mas determinado a acatar o posicionamento político do Planalto e da Defesa.
A base da justificativa vai ser que o F-18 é americano e o Gripen NG tem componentes dos EUA, como o motor, e ambos deixariam o Brasil vulnerável -os EUA já impediram a Embraer de vender os aviões Super Tucano à Venezuela por terem peças americanas.
Jobim também argumentará que o fato do Gripen NG ser "só um projeto", que reúne peças de vários países, poderia exigir negociações múltiplas para revenda internacional. "A Aeronáutica argumenta que o motor é "apenas mecânico". A aviônica (parte eletrônica) e o sistema de armas ("comunicação" entre o avião e seu armamento), esses sim, poderiam sofrer vetos e restrições."
No final, a decisão veio politicamente, obedecendo aos termos da "parceria estratégica" entre Brasil e França.
A Aeronáutica lançou nota oficial em que, no final das contas, não confirma nem desmente:
04/02/2010 -- 10h55
Nota Oficial -- FX2: EsclarecimentosA respeito da divulgação pela imprensa do suposto vencedor do processo de seleção dos novos caças multiemprego para a Força Aérea Brasileira (FAB), este Centro informa que o Comando da Aeronáutica não recebeu qualquer comunicação oficial sobre o assunto.
Brasília, 4 de fevereiro de 2010.
Coronel Aviador Jorge Antônio Araújo Amaral
Chefe interino do CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA AERONÁUTICAFonte: CECOMSAER


