Por Daniel Cardoso TavaresGraduado em Relações Internacionais no primeiro semestre de 2006, e webmaster. Autor do livro "As Filhas de Deus. O confronto entre Ocidente e Islã sobre os direitos da mulher." Quase especialista em Empreendedorismo. Graduando em Tecnologia de Jogos Digitais.
Fonte: MDIC e mc.gov.br

Francelino Grando, Secretário de inovação do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) está confiante que Cuba adotará o padrão nipo-brasileiro de TV Digital (ISDB-TISDB-T é o acrônimo de "Integrated Services Digital Broadcasting Terrestrial" (Serviço Integrado de Transmissão Digital Terrestre). Este é o padrão japonês de TV Digital, apontado como o mais flexível de todos por responder melhor a necessidades de mobilidade e portabilidade. Ele é uma evolução do sistema DVB-T, usado pela maioria dos países do mundo, e vem sendo desenvolvido desde a década de 70 pelo laboratório de pesquisa da rede de TV NHK. No Brasil, foi eleito o melhor nos testes técnicos comparativos conduzidos por um grupo de trabalho da Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão (SET) e da Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), ratificados pela Fundação CPqD. Em 29 de Junho de 2006 foi anunciado o padrão adotado pelo Brasil na transmissão de TV digital. O que mais chama atenção no sistema ISDB-T é a sua versatilidade. Além de enviar os sinais da televisão digital ele pode ser empregado em diversas atividades, como: trasmissão de dados; receptor para recepção parcial em um PDA e em um telefone celular; recepção com a utilização de um computador ou servidor doméstico; acesso aos sites dos programas de televisão; serviços de atualização do receptor por download; sistema multimídia para fins educacionais. Fonte: Wikipedia). Ele foi integrante da missão chefiada pelo Itamaraty que foi ao país entre os dias 08 e 12 de novembro.
Um dos principais temas abordados foi a apresentação de nosso modelo de TV digital e a disposição do Brasil em cooperar com os cubanos para que adotem o padrão. Para Francelino, as negociações estão adiantadas, mas ainda não é possível determinar uma data para a decisão definitiva daquele país.
O Brasil está sendo extremamente bem sucedido em seus esforços de convencimento sobre a adoção do modelo nipo-brasileiro. Já conseguimos convencer a BolíviaBolívia (Pronúncia espanhola, AFI: /βoˈliβja/), oficialmente Estado Plurinacional da Bolívia, é um país encravado no centro da América do Sul. Faz fronteiraLimite é a linha imaginária que divide dois países, mas a fronteira é um espaço dinâmico, em que ocorrem trocas sociais, culturais e econômicas entre os dois países. com o Brasil ao norte e leste, Paraguai e Argentina ao sul, e Chile e Peru ao oeste. Antes da colonização europeia, a região andina boliviana fazia parte do Império Inca - o maior Império da era pré-colombiana. O Império Espanhol conquistou esta região no século XVI. Durante a maior parte do período colonial espanhol, este território era chamado Alto Peru ou Charcas e encontrava-se sob a administração do Vice-Reino do Peru, que abrangia a maioria das colônias espanholas sul-americanas. Após declarar independência em 1809, 16 anos de guerras se seguiram antes do estabelecimento da República, instituída por Simón Bolívar, em 6 de agosto de 1825. A Bolívia tem lutado em períodos de instabilidade política, ditaduras e problemas econômicos., Costa Rica, Paraguai, Peru, Equador, Argentina, Chile e Venezuela. As Filipinas também adotaram o sistema. Cada um desses países será mercado para o software Ginga, de origem brasileira.
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