Por Daniel Cardoso TavaresGraduado em Relações Internacionais no primeiro semestre de 2006, e webmaster. Autor do livro "As Filhas de Deus. O confronto entre Ocidente e Islã sobre os direitos da mulher." Quase especialista em Empreendedorismo. Graduando em Tecnologia de Jogos Digitais.
De acordo com nota do MRE, o Ministro das Relações Exteriores Antonio PatriotaAntonio de Aguiar Patriota (Rio de Janeiro, 27 de abril de 1954) é um diplomata brasileiro, atual Secretário-Geral do Ministério das Relações Exteriores, sucedendo o Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães Neto. Tomou posse do cargo no dia 27 de outubro de 2009.
Formado em filosofia pela Universidade de Genebra e posteriormente diplomata formado pelo Instituto Rio Branco teve entre suas posições de destaque o cargo de embaixador do Brasil nos Estados Unidos entre 2007 e 2009, subsecretário-geral de Assuntos Políticos do Ministério das Relações Exteriores e tendo sido também chefe de gabinete e secretário de Planejamento Diplomático do chanceler Celso AmorimCelso Luiz Nunes Amorim (Santos, 3 de junho de 1942) é um diplomata brasileiro. Ao longo de sua carreira, ocupou por duas vezes o cargo de ministro das Relações Exteriores do Brasil. Influenciado pelo trabalho de Ulysses Guimarães, filiou-se ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), mas não teve militância partidária. Recentemente, filiou-se ao Partido dos Trabalhadores (PT). Em 7 de outubro de 2009, David Rothkopf, um comentarista da revista americana Foreign Policy indicou Amorim como "o melhor chanceler do mundo". Fonte: Wikipedia. visita o Panamá no dia de hoje (13), em primeira viagem como Ministro a um país da América Central.
Durante sua permanência, o Ministro terá reunião com o Chanceler e Vice-Presidente Juan Carlos Varela Rodríguez, sendo também recebido pelo Presidente Ricardo Martinelli.
O Panamá foi escolhido como sede da Embrapa Américas, tendo escritório que visa empreender ações voltadas às segurança alimentar e à produção de alimentos para gerar energia. A Eletrobrás também anunciou a abertura de escritório no país, visando aumentar a atuação na América Central.
O Panamá é o segundo maior parceiro comercial do Brasil na América Central e vive momento de expressivo dinamismo econômico, impulsionado por obras públicas, o que cria oportunidades comerciais e de investimentos para empresas brasileiras. Em 2010, o intercâmbio bilateral totalizou US$ 382 milhões, com superávit de US$ 325 milhões para o Brasil.
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