Por Silvana GuerraFormada em Relações Internacionais pelo Instituto de Estudo Superior de Brasília. http://silvana.politicaexterna.com
Fonte: Estado de S. PauloO Estado de S. Paulo é um jornal brasileiro. Foi fundado, com base nos ideais de um grupo de republicanos, em 4 de janeiro de 1875. Nessa época, o jornal se chamava A Província de São Paulo e foi o pioneiro em venda avulsa no país, fato pelo qual foi ridicularizado pela concorrência (Correio Paulistano, O Ipiranga e Diário de S. Paulo). A venda avulsa foi impulsionada pelo imigrante francês Bernard Gregoire, que saía às ruas montado num cavalo e tocando uma corneta para chamar a atenção do público — e que, décadas depois, viraria o próprio símbolo do jornal — aumentou a tiragem do jornal. Ao lado da Folha de S. Paulo, O GloboO Globo é um jornal diário de notícias brasileiro, fundado em 29 de julho de 1925 e sediado no Rio de Janeiro. Está orientado para o público da grande área metropolitana. É parte integrante das Organizações Globo, de propriedade da família Marinho, que inclui a Rádio Globo e a Rede Globo de Televisão. Funcionou como jornal vespertino até 1962, quando se tornou matutino. De orientação política conservadora, é um dos jornais de maior tiragem do país. Ao lado da Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo, o O Globo é um dos jornais mais influentes do Brasil. e Correio BrazilienseCorreio Braziliense é um jornal brasileiro com sede em Brasília, Distrito Federal, pertencente ao Grupo Diários Associados, do qual faz parte outro jornal (Aqui DF), além das rádios Clube FM e AM, a TV Brasília e os portais Correio Braziliense e Correio Web.
Fundado no dia 21 de abril de 1960 por Assis Chateaubriand, juntamente com a inauguração da cidade e a da TV Brasília. O nome veio do histórico Correio Braziliense ou Armazém Literário, editado em Londres a partir de 1808 por Hipólito José da Costa., o Estado é um dos jornais mais influentes do Brasil. Fonte: Wikipedia
O mês de julho deste ano apresentou resultados de redução no saldo da balança comercial em relação ao mês de junho. Isso demonstra uma modificação no comércio exterior ante o quadro dos sete primeiros meses do ano de 2009, que apresentou um saldo positivo na balança comercial em relação ao mesmo período de 2008.
Alguns motivos podem ser atribuídos a essa mudança, como a valorização da taxa cambial, elevada pelas importações, por parte da indústria nacional, de bens de capital e principalmente de matérias-primas e produtos intermediários.
Naturalmente, as exportações sofreram os efeitos da crise mundial, verificada pela queda das exportações para os EUA, para a União Européia e América Latina; e ainda pela valorização do real frente ao dólar. São fatores que também continuam exercendo forte pressão na atividade, levando-se em conta resultados acumulados no ano.
O mais preocupante, no entanto, é a queda das exportações de produtos manufaturados, levando à lenta recuperação da indústria nacional. Os casos de maior redução das exportações são os produtos de alta e média-alta tecnologia, enquanto a participação de bens de baixa tecnologia ficou relativamente estável.
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