Por Daniel Cardoso TavaresGraduado em Relações Internacionais no primeiro semestre de 2006, e webmaster. Autor do livro "As Filhas de Deus. O confronto entre Ocidente e Islã sobre os direitos da mulher." Quase especialista em Empreendedorismo. Graduando em Tecnologia de Jogos Digitais.
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O Chanceler, Celso AmorimCelso Luiz Nunes Amorim (Santos, 3 de junho de 1942) é um diplomata brasileiro. Ao longo de sua carreira, ocupou por duas vezes o cargo de ministro das Relações Exteriores do Brasil. Influenciado pelo trabalho de Ulysses Guimarães, filiou-se ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), mas não teve militância partidária. Recentemente, filiou-se ao Partido dos Trabalhadores (PT). Em 7 de outubro de 2009, David Rothkopf, um comentarista da revista americana Foreign Policy indicou Amorim como "o melhor chanceler do mundo". Fonte: Wikipedia, defendeu ontem a reforma do Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNUO Conselho de Segurança das Nações Unidas é um órgão das Nações Unidas com responsabilidades sobre a segurança mundial. O órgão tem o poder de autorizar uma intervenção militar em algum país. Todos os conflitos e crises políticas do mundo são tratados pelo conselho, para que haja intervenções militares ou missões de paz.
O Conselho de Segurança é composto por 15 membros, sendo 5 membros permanentes: os Estados Unidos, a França, o Reino Unido, a Rússia (ex-União Soviética) e a República Popular da China, sendo que cada um destes membros tem direito de veto. Os outros 10 membros são rotativos e têm mandatos de 2 anos.
Uma resolução do Conselho de Segurança é aprovada se tiver maioria de 9 dos quinze membros, inclusive os cinco membros permanentes. Um voto negativo de um membro permanente configura um veto à resolução. A abstenção de um membro permanente não configura veto.) como forma de favorecer o desarmamento nuclear. "Acho que há uma assimetria indevida no fato de países-membros permanentes do conselho serem potências nucleares reconhecidas", afirmou. "Isso não é só uma fonte de desequilíbrio, mas de deslegitimação das decisões do conselho. Temos que reformá-lo, torná-lo mais representativo". Ele também defendeu a inclusão de Brasil, Japão, da África do Sul ou Alemanha, países que não têm armas nucleares, como membros permanentes do Conselho. "Isso poderia acabar com essa assimetria".
"Esse tratado é desequilibrado e injusto, mas ainda assim, ao prever que os desarmados não se armariam, previu também que os armados se desarmariam.", disse o Chanceler, que considerada um grande problema a falta de definição de um prazo para desarmamento das potências nucleares.
"O ministro […] confirmou a participação do Brasil no encontro internacional com autoridades e especialistas de 60 países que Teerã (capital do Irã) promoverá entre os dias 17 e 18 de abril, chamado Energia Nuclear para Todos, Armas Nucleares para Ninguém."
"O Brasil não apoia o Irã. Somos contra armas nucleares, somos a favor de um Oriente Médio livre de armas nucleares, os Estados Unidos podiam apoiar essa tese. Somos a favor da eliminação das armas nucleares, em geral, somos a favor de inspeções no Irã e dissemos isso a eles. Agora, é preciso que eles demonstrem alguma flexibilidade", destacou.
Para reflexão: Se queremos ter uma posição privilegiada no CSNUO Conselho de Segurança das Nações Unidas é um órgão das Nações Unidas com responsabilidades sobre a segurança mundial. O órgão tem o poder de autorizar uma intervenção militar em algum país. Todos os conflitos e crises políticas do mundo são tratados pelo conselho, para que haja intervenções militares ou missões de paz.
O Conselho de Segurança é composto por 15 membros, sendo 5 membros permanentes: os Estados Unidos, a França, o Reino Unido, a Rússia (ex-União Soviética) e a República Popular da China, sendo que cada um destes membros tem direito de veto. Os outros 10 membros são rotativos e têm mandatos de 2 anos.
Uma resolução do Conselho de Segurança é aprovada se tiver maioria de 9 dos quinze membros, inclusive os cinco membros permanentes. Um voto negativo de um membro permanente configura um veto à resolução. A abstenção de um membro permanente não configura veto. e o fato de ter armas nucleares "parece" ser parte do ritual para isso, então o que é mais fácil de ser conseguido: que todos os que têm a bomba deixem de tê-la ou que nós consigamos a nossa?
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Se você estivesse correto quanto ao fato de que ter a bomba nuclear é requisito para assento permanente no CSNU, então Japão e Alemanha deveriam desistir desde já de qualquer reforma? Nenhum dos dois tem a bomba. Você acha que o Brasil terá assento permanente antes da Alemanha? Antes do Japão?
Ter a bomba faz com que o Paquistão esteja mais perto de ter uma posição privilegiada no sistema internacional?
Olá Leitor,
Muito boa sua argumentação.
Quer saber o que eu penso, de verdade? Eu realmente não acho que vai haver qualquer reforma no CSNU =P . Nem com Japão, nem com Alemanha e muito menos o Brasil… Mas a pergunta foi exatamente para incentivar o debate sobre isso.
Agradeço sua participação,
Daniel
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