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O Brasil pode exercer um papel de relevância nas negociações sobre a questão nuclear do Irã?

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Archive for the ‘Diversos’ Category

Why so Serious? (55) – Complete Success in Iraq

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Desciclopédia: Guia Politicamente Incorreto da Diplomacia

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Fonte: http://desciclo.pedia.ws/wiki/Diplomacia
Nota: Essa é uma tradução do inglês: http://uncyclopedia.org/wiki/Diplomacy

 

Diplomacia_01

A diplomacia é a arte de convencer as pessoas de que elas estão erradas e você certo. Isso a faz análoga ao debate, mas a diplomacia é muito mais interessante pois involve explosivos e milhares de vidas de pessoas inocentes.

Desde tempos remotos têm-se registro da atividade diplomática como meio para destruir um adversário através de uma só arma: as palavras. Palavras e, possivelmente, algumas pedras bem grandes. O uso de um intelecto superior e a barganha por altos ganhos sobre um posicionamento fraco são os principais princípios por trás da diplomacia. Quem não precisar se utilizar de seu intelecto superior é, claramente, mais esperto que seu oponente.

 

Boa diplomacia x Má diplomacia

Um bom diplomata nunca cede, é carrancudo e não se deixa levar por qualquer subterfúgio. Os melhores diplomatas podem mudar o rumo de qualquer discussão trazendo os argumentos para o seu lado, colocando o oponente sob o seu prisma, mesmo que tenha que usar a força para tanto. Um martelo é uma boa ferramenta diplomática, entretanto, a nível internacional, um arsenal nuclear é muito mais convincente. Um bom exemplo de como não usar seus "meios" diplomáticos foi a Guerra Fria. Durou o tempo que durou porque EUA e Rússia tinham muito medo de usar a real diplomacia proporcionada por seus aparatos.

Já comprometer-se é um dos maiores erros da diplomacia, a não ser que você queira trocar alguns insultos por um soco a mais na cara do seu oponente. Nunca ceda às demandas, seus adversário cheiram fraqueza a quilômetros de distância e não hesitarão em agarrar com unhas e dentes essa vantagem. O seu país inteiro vai ter que redimir porque você não conseguiu se sustentar durante a discussão. Nunca seja fraco, mesmo que não tenha nada que te dê crédito. Seu exército inteiro foi dizimado? Claro que não, nossas forças não foram detectadas porque a USP desenvolveu soldados invisíveis. Não tem mais dinheiro? É óbvio que não, o que houve foi uma invasão comunista resultante na desmonetarização do país e posterior criação da maior Reversal Russa do planeta.

A má diplomacia baseia-se numa boa fundamentação, paciência, perseverança e belos tradutores. Ou você fala a língua deles ou vai falar com as paredes. Na verdade, a única coisa que um bom diplomata precisa é brandir seus punhos quando fizer acordos: paciência é só um sinal de preguiça; perseverança serve para aguentar os choramingos e manhas o tempo suficiente para extorquir a total rendição de seus oponentes.

Ouvir é outra maneira de se fazer a má diplomacia. Ouvindo você concorda que seu adversário tem ideias e opiniões que tem que ser levadas em consideração, o que não é verdade! Exceto, claro, se você o estiver enganando, conduzindo-o a uma falsa sensação de segurança, entretanto esse know-how é recomendado apenas aos diplomatas mais experimentados. O melhor a fazer é entupir o ouvido com algodão e falar até que suas cordas vocais, num frenesi impulsivo para se salvar, saiam de sua garganta por sua própria vontade.

 

Revisão

Bons diplomatas:

  • Fazem ameaças
  • Brandem os punhos
  • Arremessam móveis
  • Fazem exigências irracionais
  • Gritam
  • Não mostram perdão
  • Portam armas
  • Tiram os sapatos e batem na mesa com eles

Maus diplomatas:

  • São racionais
  • Põe as coisas em perspectivas
  • Comprometem-se
  • Têm boas maneiras
  • Valoram a vida dos seres humanos
  • Consideram as consequências
  • Conduzem a conversa num terreno neutro
  • Agem como babacas

O Processo Diplomático

Qualquer mané pode entender os conceitos gerais da diplomacia, porém sem o conhecimento específico do processo diplomático a maioria desses manés provavelmente vai murchar frente ao olhar incisivo de seu oponente. Isso porque nunca deve passar pela sua cabeça que seu oponente também é um mané. Vigilância ou mesmo paranoia são partes indispensáveis de uma boa diplomacia.

Apresentação

Quando encontrar-se com outros diplomatas, certifique-se de ser brilhantemente ameaçador. Primeiras impressões abrem portas para diversos caminhos. Imagine-se esmigalhando o cerébro deles com o poder de sua mente, porque é assim que você quer que eles se sintam (mas lembre-se, não tente fazer isso se você for um Jedi ou detiver poderes psíquicos, as consequências seriam desastrosas para a diplomacia internacional em geral). Sinta-se livre para fazê-los borrarem as roupas de baixo, um bom diplomata lembra-se de sempre zombar seus oponentes para desencorajar qualquer brincadeirinha amigável que possa dar ensejo a uma estratégia suja para angariar sua confiança.

Se insistirem em apertar sua mão, lembre-se de dar uma grande, gorda e embaraçosa pausa para estender seu braço e, estrategicamente, pegue os 4 primeiros dedos do punho de seu oponente e balance aquela mão desprotegida como se fosse um peixe morto. Sempre tenha seguranças, eles poderão encarar os outros diplomatas enquanto você os estuda um a um. Óculos de sol são uma boa, assim como sobretudos negros. Faça com que seus seguranças também usem sobretudo e se algum deles estiver com um soco inglês em mãos, não é nada mal. Lembre-se, não se entusiasme demais! Os debates ainda nem começaram, ou seja, você ainda não arrancou deles o que queria.

Coisas que acontecem após as apresentações

Todos os diplomatas respeitam quem possui uma aura de autoridade, então sente em uma cadeira que o faça mais autoritário, ou seja, pegue a maior cadeira da sala ou sente em cima de uma lista telefônica para ficar maior. Se a reunião for em uma mesão, tente sentar na ponta de modo que as janelas onde bata sol fique nas suas costas, note que essa luz faz com que a pessoa pareça-se com um vulto e não há nada mais intimidante que um vulto. No mais, lembre-se que estarão todos olhando para várias partes da sala e, quando você estiver falando, tenderão a concordar com o que diz justamente por terem diretamente o sol em seus olhos.

Um último lembrete sobre cadeiras: sempre que puder, coloque uma tachinha no acento de seu adversário. Talvez isso não traga muitas vantagens diplomáticas, mas é bem engraçado!

Tendo início a conversação, dispense as formalidades e vá direto ao ponto. Dê a todos uma lista das suas exigências e, se necessário, gratifique-os com uma apresentação do Power Point. Eles vão chiar e discordar, vão dizer que sua proposta é descabida. Não desanime! É aqui que entra em jogo sua raiva contida seguida da agressividade passiva escondida em suas entranhas. Se insistirem nessa teimosia infantil, não se mostra abatido, isso seria uma sinal de fraqueza que os encorajaria ainda mais a manter sua posição. Em vez disso, bata com seus punhos sobre a mesa, levantese com ódio em seus olhos e diga que só vai suportar isso até que sua fúria diplomática comece a bater em suas cabeças. É isso ou bater neles com o martelo.

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Why so Serious? (54) – Ensinando Economia para Seus Filhos

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Relatório do Departamento de Estado dos EUA Sobre o Controle do Tráfico Internacional de Drogas

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Por Daniel Cardoso Tavares

 

No site do MRE foi postada a seguinte nota:

O Governo brasileiro tomou conhecimento da publicação, no dia 1º de março, do relatório anual do Departamento de Estado dos EUA sobre tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e crimes financeiros.
O Governo brasileiro recorda o seu forte comprometimento com o debate aberto e transparente, em foros multilaterais e regionais, das questões de segurança pública e combate a ilícitos e reitera, uma vez mais, não reconhecer a legitimidade de avaliações unilaterais, que refletem percepções de um único país.

Análise: É isso que acontece quando algum Estado resolve dar pitaco sobre assuntos internos de outro. Claro, estamos falando dos EUA, que julgam-se, e querendo ou não SÃO, a polícia do mundo. Isso, porém, não trará nenhum tipo de problema maior no futuro, principalmente por conta do poder econômico deles, que faz com que todos sejam obrigados a engolir seus mandos e desmandos.
Agora, isso pode levar a situações complexas se for feito com um Estado de igual porte. Por exemplo, se o Brasil resolver dar pitaco sobre as questões internas de qualquer outro Estado, pode-se imaginar uma nota no mesmo tom contra nós, ou até mesmo o rompimento de relações, represálias comerciais, suspensão de benefícios de vistos, "permissão de discriminação" contra brasileiros, etc.
Falo isso só para que os que advogam "condenações brasileiras" sobre os assuntos internos de outros Estados saibam que elas têm consequências…

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Why so Serious? (53) – Entendendo a Dívida Grega

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Corrigindo Erros Estúpidos :(

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Olá a todos,

 

Bom, essa mensagem tem como objetivo pedir desculpas pelo erro estúpido que cometi nos últimos dias.

Basicamente o problema ocorreu no "atos assinados" do Brasil com El Salvador. A questão é que "aparentemente" o MRE (e as chancelarias?) utilizam uma base comum para os memorandos de entendimento, por exemplo. Basicamente alguns trechos são sempre repetidos (o que eu já chamei aqui de "CTRL-C + CTRL-V diplomático"). Por isso, copiando a lógica diplomática, criei uma matriz que evita que eu gaste tempo repetindo a mesma coisa sempre.

Assim, acabei pegando uma matriz "suja", com a palavra "Mexicanos" e "México" lá no meio, totalmente sem lógica. Não vi isso na hora de "montar" minha versão.

Essa foi a única vez que o erro ocorreu pois sempre verifico isso, mas acho que fiquei meio "lesado" com a falta de "atos assinados" nos últimos tempos.

Bom, em resumo… a maioria não viu isso porque nem lê :P , mas quem viu ficou decepcionado e quem não viu merece um pedido de desculpas mesmo assim. Tecnicamente seria melhor nem falar nada, assim passaria despercebido por muita gente, mas meu senso de honra não permite que isso aconteça… Assim, peço que, por favor, desculpem-me pelo desleixo.

Já estou trabalhando novamente nos Atos Assinados Brasil – Cuba, corrigindo os problemas, vocês poderão vê-lo aqui às 13:00h.

 

Daniel Cardoso Tavares

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¿Por Qué Tan Serio? – Why so Serious? (52) – Isla Presidencial (CAP 1): "Tranquillo Mi Evito"

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Doze chefes de Estado desapareceram em alto-mar durante passeio de barco promovido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao final da 74ª Cúpula Ibero-Americana. Além do brasileiro, estavam a bordo Evo Morales, Álvaro Uribe, Cristina Kirchner e Hugo Chávez, entre outros.

Esse é o mote da "Ilha Presidencial", série de humor animada iniciada nesta semana pelo site de humor venezuelano "El Chiguire Bipolar" (a capivara bipolar). Parodiando o estilo de "No Limite", põe toda essa turma numa praia deserta "sem comida, sem refúgio e sem poder".

Fonte: Folha Online

 

http://www.elchiguirebipolar.com/

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Pensadores (69) – Political Anthropology (Nationalism) – P. II

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Nations, feud and war. Nations and nationalism, identities, organized violence, fueds and war.

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Ministro diz que Plano de Banda Larga Utilizará Estrutura da Eletrobrás

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Fonte: Agência Brasil
Nota: Enquanto o site do MRE está "morto", fica essa notícia relacionada ao desenvolvimento tecnológico.

 

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O Ministro do Planejamento afirmou que o Programa nacional de Banda Larga utilizará a estrutura da Eletrobrás. O objetivo é universalizar o acesso à internet rápida no Brasil.

“O meio que o governo vai utilizar não passa por acordo com a Eletronet. A Eletronet é uma massa falida que continua lá, gerida pelo síndico. O que o governo federal pode, eventualmente, lançar mão das redes de distribuição de fibras óticas que estão de posse do sistema Eletrobrás. Não tem nenhuma relação econômica com a Eletronet”, afirmou o Ministro. O programa é considerado prioridade para 2010.

A Eletronet surgiu como empresa estatal no início da década de 1990. Parte da empresa foi privatizada em 1999 com a venda de 51% de seu capital para a americana AES. O governo manteve 49% das ações. Com a falência, o grupo americano vendeu a sua participação para uma empresa canadense, que revendeu metade do ativo para Nelson dos Santos.

O governo quer quer as redes de fibra ótica cubram 60% do território nacional, dando acesso a 90% da população. Há a decisão no sentido de que a Telebrás irá gerir o sistema. "Santanna não quis falar sobre o custo do investimento, mas disse que a parte mais cara, que seria a implantação da rede de fibras óticas já está pronta." “É um investimento que já foi feito que é a estrutura de fibra ótica. Seria um desperdício não utilizá-la. É só iluminá-las [utliza-las para transmissão de dados]. O que o governo terá é um ganho marginal de um investimento que já foi feito”.

 

Comentário: O Brasil, por experiência própria digo, já esteve muito atrás em termos de tecnologia de redes. Nos idos de 1998, nosso PING (ping é um pacote de dados cuja única utilidade é verificar se a conexão está funcionando. O valor do ping é o tempo, em milissegundos, que o pacote leva para ir e voltar ao usuário) em servidores nacionais, com "banda estreita" (modens de 36k), variava em torno do 999.

Quem tinha ping de 500-700 era um sortudo, invejado por todos. Nos fóruns especializados nós víamos os americanos, em competições internacionais, com ping de 200! O que diziam os mais entendidos, lembro bem, era que nós estávamos com dois anos de atraso em relação a eles.

Esse atraso já foi tirado ha muito tempo. Hoje nosso ping varia entre 60 – 200 no máximo (é até engraçado ver os "mulekes" (noobs) de hoje reclamando quando o ping está em 100: "estou lagado! Droga de conexão!" eu começo a rir… e pensar que sou idoso…), com banda larga claro. Lembrei-me hoje, por acaso, que naquela época, 1998, ter 1mb de conexão era um sonho, literalmente. Quem tinha tirava onda com seu "T1". Hoje quase todo o acesso é de banda larga, acredito que uma minoria use modems "padrão".

Podem pensar, contudo, que continuamos atrasados, mas isso não é verdade. A uns 3 ou 4 meses atrás, estava eu em um servidor americano e as discussões não saiam muito da nossa realidade. Estamos no primeiro mundo, falta universalizar o acesso, é isso que o governo quer.

Aqui em Brasília existia/existe um plano de criar mega torres de transmissão Wi-Fi, tornando o acesso gratuito em todo o Distrito Federal, mas essa idéia foi "ventilada" a alguns anos atrás e não ouvi mais nada a respeito.

Bom, apesar da boa vontade, agora começo a ser mais crítico do que descritivo, é preciso pensar em longo prazo, investir nossos recursos de forma inteligente e esse plano do governo pode estar seriamente comprometido, podemos voltar à estaca de subdesenvolvimento "internetal", digamos assim.

O principal desafio é a Google, de novo. Como já coloquei aqui, e saiu com uma semana de atraso em um revista nacional, eles já estão desenvolvendo um sistema de redes que pode chegar a 100GB por segundo! (veja aqui). Nós aqui no Brasil corremos o risco de estarmos gastando nossos esforços à toa, sendo que em breve tudo poderá estar perdido caso a Google desenvolva seu sistema com sucesso (eles são bons no que fazem) e simplesmente chegue aqui para nos "colonizar" tecnologicamente. Ou vocês acham que eles vão tornar esse conhecimento tecnológico livre de direitos de propriedade?

O que podemos fazer? Bom, sem parar os esforços do governo nesse sentido de universalização, devemos começar a investir em esforços de "contramedida". Tirando o peso conflituoso do termo, obviamente, seriam medidas de desenvolvimento tecnológico que nos permitam atingir o mesmo grau de avanço que eles pretendem ter, mesmo que com alguns meses de atraso, mas é melhor que nada, melhor que ficar nas mãos deles. Eu acredito que seja possível fazer, basta reunir um bom número de engenheiros de fazê-los trabalhar até suar sangue…

Outra possibilidade é aproveitar o desejo da Google de desenvolver seu sistema e agir de forma diplomática a fim de cooptá-los a testar seus sistemas aqui, com investimentos brasileiros e googlianos conjuntos. Resta saber se eles vão querer… ou se o governo dos EUA vai permitir… Eu ainda prefiro a opção do "suar sangue" … ;)

 

Ps.: Quando existir a tal conexão de 100GB/ segundo, seremos obrigados a abrir os "joguinhos" FPS da vida e mergulhar neles por algumas semanas… só assim para adaptar o cérebro às megas velocidades de pings de, sei lá 0,10 ou coisas do gênero… Tenho até pena dos "velinhos" que nem sabem a diferença que fazem 100 milisegundos na vida de uma pessoa, hehehehe…

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