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O Brasil pode exercer um papel de relevância nas negociações sobre a questão nuclear do Irã?

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Archive for the ‘DanielCT’ Category

Passando o Chapéu por um Grande Projeto

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Olá a todos,

 

Estou literalmente pedindo contribuições de vocês, mas não é nada "desesperador" não.

O objetivo é um grande projeto que pensei e já estou a meio caminho de concretizar.

Seria algo como perguntar: O que a América Latina acha de Hugo Chávez? E receber a informação instantaneamente. Claro, isso pode ser usado por grandes empresas para saber se determinado produto é popular em determinada região, por políticos, etc…

Na prática o sistema funcionará de forma mais dependente do usuário, não vai ser um guru que responderá questões assim como no exemplo acima, afinal máquinas não são inteligentes, mas o resultado será o mesmo se bem usado.

Já estou em contato com quatro programadores da Índia e um da Bolívia (o mais caro – 2x mais caro que os indianos, mas ele tem credenciais ótimas). Preciso escolher um deles (alguns representam empresas) em 13 dias.

Quem quiser pode me ajudar dando sua esmolinha :) , pode ser apenas um centavo de real (é agora o paypal aceita valores em Reais), sem rolo, qualquer coisa vale. Minha esperança é contar com muitas doações de pequeno porte, chegando assim à soma que preciso.

O software vai ficar ativo aqui e em outros sites que tenho.

 

 

Ps.: Quem quiser financiar futuros projetos (se tem uma coisa que sou bom é em termos de criatividade) é só doar por meio do botão que está fixo no menu à esquerda. Sempre tive muitos deles em mente e agora que descobri o caminho das pedras é só dar as ordens e eles saem do forno.

Muito obrigado,

Daniel Cardoso Tavares

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Pensando Diferente (3) – Transportes: Ferrovias, Rodovias e Navios!

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Quarto programa da série 7 Anos em 7 Minutos com o ministro Alfredo Nascimento (Transportes), em que fala sobre a retomada dos investimentos estratégicos em infraestrutura promovidos pelo governo Lula.

 

Eu sou um entusiasta das ferrovias. Não vejo como o Brasil possa desenvolver sem ter uma ótima estrutura de logística e isso precisa, antes de mais nada, passar pelo progresso vigoroso na área ferroviária.

 

Rodovias: Os gastos com rodovias são menores que os ferroviárias no curto prazo, mas a constante necessidade de manutenção, os riscos, incluindo o de assaltos, para os que utilizam o sistema (viajantes, caminhoneiros e operadores), os gastos causados por acidentes, tudo isso junto, com certeza, ultrapassa em muito qualquer investimento que pudesse ter sido feito em uma ferrovia no mesmo trecho.

Minha visão é a de que as rodovias federais devem ser privatizadas o quanto antes. Quanto mais cedo o governo livrar-se dos gastos em manutenção, sinalização e expansão, melhor para todos nós. A iniciativa privada que cuide disso, recebendo seu quinhão de lucro.

A privatização das estradas tem mais efeitos positivos que negativos: melhora e amplia as rodovias, traz maior segurança para o sistema como um todo e reduz o número de veículos em circulação, já que incentiva o uso de transportes coletivos.

 

Ferrovias: As ferrovias, como já disse a pouco, constituem a forma superior de transporte. É preciso levar em consideração, porém, o altíssimo custo inicial.

Todos sonhamos em ganhar na loteria ou receber grandes somas de dinheiro com uma grande descoberta ou coisas assim, pois bem, em um de meus momentos de "ócio criativo", resolvi fazer uma pesquisa (isso foi a alguns anos atrás) sobre quanto custaria determinado trecho utilizando o transporte ferroviário.

Acabei chegando a um site especializado (não sei mais o endereço :( ) que tinha uma tabela de custos por tipo de terreno. Obviamente, passando por cima de montanhas, em túneis, elevados, etc., tudo isso era mais caro que a construção em terreno plano. Enfim, os dados que eu tive foram os de que um (1) mísero quilômetro em terreno plano custa aproximadamente USD 2 milhões!!!!

Isso sem levar em conta os trens, as estações (que já sei, por experiência aqui em Brasília, que custam pouco mais de R$ 20 milhões a unidade, para trens de quatro composições (esse foi o custo das estações da 102, 112, 108, 110 sul aqui do Plano Piloto… lembrando que elas já estavam "semi-construídas"… não sei quanto disso "pode ter sido maracutaia"…).

Ou seja: são altíssimos os custos iniciais, mas, ao longo do tempo, isso pode ser compensado e valer à pena.

Imagine-se que um único trem pode transportar a carga de centenas de caminhões. Cortam-se drasticamente, assim, em um nível mais geral, os gastos com combustível, já que uma locomotiva gasta menos que centenas de motores individuais, alguns bem, outros mal regulados.

Reduz-se, também, os riscos de assaltos. Na verdade, creio que possa ser literalmente zerado o risco de assaltos. O fato de apenas um trem carregar uma quantidade absurda de bens, torna possível que exista um vagão exclusivo para a polícia ferroviária federal (isso existe sim… hehehe… parece que só tem 4 agentes hoje!!!!), dando segurança aos bens e pessoas que estivessem transitando.

Para as empresas, o transporte seria muito mais barato. Eliminaria-se o problema da "incerteza" com relação ao prazo de chegada, assim como da qualidade da mercadoria, que seria transportada mais rapidamente e sem os "solavancos" de uma estrada convencional.

Para os consumidores, tudo ficaria melhor. Os preços dos bens cairiam, já que os custos com transporte seriam menores. A qualidade dos mesmos seria elevada exponencialmente, especialmente no caso de hortifrutigranjeiros, que, por serem transportados mais rapidamente, chegariam mais frescos às mesas dos brasileiros, assim como exigiriam menor quantidade de agrotóxicos, já que grande parte deles serve para preservar esses alimentos pelas longas horas e dias de transporte rodoviário.

Para as pessoas o benefício seria muito grande. Menos caminhões nas estradas significarão menor risco de acidentes, já que uma parte deles provêm de caminhoneiros que têm que trabalhar por longas horas, sem descanso, correndo contra o relógio. Da mesma forma, as famílias deixarão de estar obrigadas a irem de carro. Poderiam pegar trens e chegar rapidamente a seus locais de destino, aproveitando as belezas da paisagem. Outro benefício seria o desafogamento das grandes cidades, que, por terem transporte de longa distância com alta qualidade, poderão receber pessoas de locais mais afastados dos centros. As "cidades-dormitório" tornar-se-ão mais presentes, diminuindo o fluxo de carros nos grandes centros urbanos.

 

Transporte marítimo: O já famoso livro "Amazônia Azul"  trouxe à tona as discussões sobre a necessidade do Brasil ter uma frota mercante de peso. Como o intuito desse texto não é científico, não recorrerei ao livro texto para buscar números exatos, mas uma quantidade muito pequena de nosso comércio exterior é feito em navios nacionais.

O principal problema dessa realidade é o fato de que os valores pagos em fretes e seguros acabam ficando nas mãos de estrangeiros. Levarei à frente, assim, a visão dos oficiais da Marinha que pregam uma reversão no atual quadro. A proposta deles é a de que o Brasil precisa investir pesado na construção de navios mercantes, a fim de substituir os mais de 90% de dependência que temos de terceiros países em nosso comex.

Vocês já devem estar desconfiados e eu torno explícito que sou favorável ao investimento estatal inteligente. Não corroboro um processo de estatização, mas acredito que seja possível criar empreendimentos de sucesso no modelo Petrobrás ou a ex-Vale do Rio Doce, no qual o governo entra com um pesado investimento financeiro, mas com uma mentalidade capitalista, de lucro e competitividade. Nesse setor, de transporte marítimo, creio eu, seria ideal o governo lançar mão de recursos para a construção de estaleiros a fim de, gradualmente, substituir a situação atual.

Acabei não resistindo e vou sair um pouco da linha e fazer duas citações do livro Amazônia Azul, encerrando o argumento com a vertente interna desse setor.

Nessa era de globalização, o transporte marítimo é uma atividade eminentemente internacional, que opera em mercado aberto e concorrencial e, por isso, em princípio, qualquer operador pode, a despeito de sua nacionalidade ou da localização de sua empresa, prestar serviços de transporte no mercado. Assim, é muito comum a prestação desses serviços entre dois pontos de origem/destino, sem que algum deles seja o país de registro da empresa ou do navio (cross-trading). Talvez por isso, esse mercado seja dominado por grandes empresas transnacionais que desenvolvem estratégias globais, tirando partido da queda das diferentes barreiras de acesso às cargas transportadas, como se tem verificado em nível mundial.

Para um país como o nosso, que dispõe de um litoral com 3978 milhas e uma grande rede hidroviária interior, é lamentável que ainda nãos e explore adequadamente o transporte marítimo. É claro que são necessários investimentos para modernizar o sistema, que conta com 16 portos de boa capacidade operacional. Fazer crescer esse setor é difícil, mas não impossível. Sabendo-se que o número de empregos gerados por esse crescimento seria fator determinante para a diminuição da pobreza, tal imperativo logístico se impõe. Quantos novos postos de trabalho seriam criados com a ampliação da indústria naval, com o aumento do transporte marítimo, com o incremento da fiscalização e do controle, com a indústria de peças e com a maior demanda de mão-de-obras nos portos? É uma verdadeira bola de neve que não iria parar tão cedo.

Fonte: Amazônia Azul: o mar que nos pertence. Rio de Janeiro: Record, 2006. pgs. 110–111.

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Só para Constar (41) – Entrevista para o Jornal O Tempo de MG

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Olá a todos,

 

Só para constar, acabei dando meu grãozinho de contribuição para um reportagem do jornal O Tempo de MG. A entrevistadora foi Érica Toledo. Não vou fazer comentários sobre a reportagem ou colocá-la por inteiro, mas quem quiser conferir pode ir ao seguinte site: http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdEdicao=1551&IdCanal=1&IdSubCanal=&IdNoticia=132221&IdTipoNoticia=1

 

Obrigado,

Daniel Cardoso Tavares

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Pesquisa (2) – Resultado da Pesquisa Sobre Relações Brasil-França

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Por Daniel C. T.

 

Para nossa política exterior, qual a importância da parceria estratégica Brasil – França?

  • Não sei. (4%, 7 Votes)
  • É uma perda de tempo, um grande erro! (5%, 8 Votes)
  • Serve a objetivos restritos. (18%, 31 Votes)
  • É muito relevante, mas sem quebra paradigmática. (40%, 68 Votes)
  • É uma mudança paradigmática. Um marco em nossa história. (33%, 55 Votes)

Total Voters: 169

 

Fica o resultado final e muito em breve colocarei no ar a próxima.

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Feliz 2010!

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2010

Desejamos muitas felicidades e o melhor para todos neste ano que inicia…

Que todos estejamos prontos para vencer os desafios que virão.

Ao sistema internacional, um amplo processo de renovação em suas estruturas…

Ao Brasil, maior poder no sistema internacional…

Aos governantes, maior seriedade com a res publica…

A todos, um ano de conquistas, em todos as áreas…

Aos concurseiros, que consigam suas vagas no serviço público…

E, por último, mas não menos importante:

Que você que vai prestar o CACD 2010 tenha muita sorte…

e consiga entrar na carreira diplomática!

Feliz 2010!

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Só Para Constar (38) – Problemas com Agendamentos – WordPress 2.9.1.b

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Olá,

 

Estou tendo alguns problemas que considero sérios com o site. Dede que atualizei o WordPress para a versão 2.9, não estou mais conseguindo agendar postagens. Esse é um procedimento muito comum: às vezes escrevo vários artigos pela manhã e deixo que eles saiam ao longo da tarde ou noite.

Bom, parece que saiu uma atualização que corrige especificamente isso (2.9.1.b) e eu já a instalei ;) . Não sei se vai resolver, tenho que testar muito ainda, mas agora já sei que a razão pela qual o mecanismo do sorteio do dia de natal não funcionou foi essa.

Infelizmente algumas mensagens só saíram muito tarde, como a do Globo News Painel (22), ou perderam o "frescor" e foram abortadas.

 

Outra coisa: Os vídeos estão todos desalinhados não é? Hehe :P Isso acontece por conta de algum erro no tema, mas voltarei ao tema tradicional alguns dias depois do ano novo, então isso ficará acertado. Peço um pouco de paciência para os que, como eu, não gostam de coisas assimétricas ( grrrrrrrrrrrrr…) ;) .

 

Espero que as coisas melhorem…
Daniel Cardoso Tavares

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Só para Constar (37) – Site Atualizado para a Versão 2.9 + Suporte aos Subdomínios

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Olá a todos,

 

Esta nota visa informar que o site foi atualizado para a versão 2.9 do WordPress. Também estão disponíveis atualizações para os subdomínios. Ficam, abaixo, as principais mudanças:

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Primeiro Aniversário do Política Externa.com

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Gostaria de agradecer a todos os que acompanham o site diariamente, assim como os visitantes esporádicos, sem vocês não haveriam razões para continuar! :)

Nesse primeiro ano, muitas coisas aconteceram no Brasil e espero ter sido capaz de cobrir uns 65% dos acontecimentos mais marcantes da nossa política externa e uns 10% das notícias de questões militares (que ultimamente ficaram por conta da Silvana, a quem eu agradeço pela ajuda). Reconheço que o site peca pela falta de informações de economia/comércio exterior, mas eu precisaria de parceiro(a)s para isso, fazer tudo sozinho é complicado :P . Outras linhas que queria tratar aqui são as voltadas a questões ambientais, de história (mundial e do Brasil) e de geografia. Claro, não esquecendo que TODA ajuda é bem-vinda, então não fiquem acanhados, escrevam que eu coloco aqui. Para quem quiser, basta inscrever-se no site (veja no menu) e no próprio sistema já existe um espaço para você escrever seu artigo, eu só preciso dar o “publicar”.

Sobre as linhas do site, sempre penso em facilitar a vida de vocês. Afinal, para complicar já bastam os textos enormes que quem estuda para o IRBr têm que ler. Ou as notícias de jornais (que pesquisas indicam que poucos leem por inteiro).

Espero não os ter assustado com minha visão quase sempre “realista” e seca, sem idealismos, a não ser em relação ao Brasil, ai eu sou “exagerado” mesmo, hehehe.

Espero ter divertido aqueles que sabem inglês com a inserção dos vídeos do The Daily Show ou semelhantes, essa é minha forma de falar de assuntos não relacionados ao Brasil.

Sobre a imagem:

Ela encaixa-se bem ao site nesse primeiro ano: houve muita choradeira, alguma dependência para angariar recursos e, com o perdão da palavra, muita cagada, hehehe :) .

Agora, com o crescimento constante do site, é preciso ressaltar que ele anda cada vez mais com as próprias pernas (já posso pegar o cabo das panelas em cima do fogão e me queimar um pouco mais, hauhauahuahua ;) ). Já recebo algumas verdinhas em comissões, que ajudam a pagar o servidor (bluehost.com) garantindo que o projeto não morra. Da mesma forma, os “dentes” do site também estão crescendo, lentamente, mas estão ;) .

Gostaria de agradecer de forma especial aos militares, vocês são os que mais colaboram. Inicialmente não pensei o site para o público militar, mas a presença e colaboração de vocês é muito gratificante. É com vocês que alguns têm que aprender que o amor ao Brasil está acima de qualquer medo ou benefício pessoal. É uma honra recebê-los.

Por fim, gostaria de convocar, mais uma vez, todos os que não tem medo de “se queimarem”: a opinião de vocês é fundamental, não só para mim, ou para o site, mas para todos os milhares de brasileiros que visitam o politicaexterna.com todas as semanas! Nós podemos fazer um Brasil melhor e isso começa pelo conhecimento do que está acontecendo e com a discussão de diferentes opiniões que, lentamente, vão moldando-se até chegarem a um consenso.

Um grande abraço a todos,

Daniel Cardoso Tavares

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Tenha Seu Site no PoliticaExterna.com

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Abro novamente espaço para que todos possam ter seus "sítios" gratuitos na internet. Eles estão disponíveis como subdomínios, ou seja: ???.politicaexterna.com, onde ??? é o nome do seu site.

Não há limites de espaço, desde que não seja utilizado como HD virtual. O sistema é o Wordpress, o mesmo que eu uso aqui e o mais popular na internet, eu instalo e você cuida do resto ;) .

Não há limitação quanto ao assunto: pode ser um site pessoal, especializado, etc. Só não podem ser pornográficos ou que incentivem a prática de crimes.

Quem já tem um site pode pedir um redirecionamento.

 

Como obter o seu endereço?

Envie um e-mail para webmaster@politicaexterna com as seguintes informações:

- Nome:
- Endereços de e-mail para contato:
- Subdomínio desejado:

Caso seja um redirecionamento, você também deve incluir o endereço do site original.

 

Oferta por tempo limitado!

Ps.: alguns subdomínios já estão ocupados ou reservados. As regras podem ser alteradas sem aviso prévio.

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