Twitter Button from twitbuttons.com

Subscribe
Pesquisa:

O Brasil pode exercer um papel de relevância nas negociações sobre a questão nuclear do Irã?

View Results

Loading ... Loading ...
Top Users
  1. antoreen antoreen
  2. Matie Matie
  3. Murilo Cataneo Murilo Cataneo
  4. prasanth5 prasanth5
  5. andrew25 andrew25
  6. Jefferson Tolentino Jefferson Tolentino
Filantropia Online

Cotações do dia

Calendário de Postagens:
February 2010
S M T W T F S
« Jan   Mar »
 123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
28  
Arquivos de mensagens

Doações para o site:

Licença de uso
Creative Commons License
Para Anunciantes:

Archive for February 9th, 2010

Áudio da Entrevista de Celso Amorim Sobre a Questão do Irã Nuclear

  • Google Buzz

O Ministro Celso Amorim conversou com jornalistas no Palácio do Itamaraty, em 09/02/2010.

 

Comentários: Concordo com o ministro quanto ao dano às populações que é causado pelas sanções. Quando eu ainda estava no ensino médio, fiz um trabalho que acabou virando uma reportagem para um jornal da escola. Ela tratava exatamente da questão do abastecimento de água no Iraque, isso poucos meses antes dos ataques de 11 de setembro. O que eu encontrei foi uma série de danos causados à população em termos de acesso a esse recurso, principalmente por que os famosos rios de lá são poluídos e precisam de filtragem para que o consumo seja possível. Pois bem, as sanções estavam impedindo aquele país de comprar as "membranas" dos filtros, imaginem as consequências…

Até hoje, lembremos, Cuba está sob embargo, que é uma sanção unilateral americana que causa um atraso e danos à ilha. Tudo bem, vão afirmar que a culpa é "dos Castros", mas, tirando essas discussões, é preciso ver que muitos bens simplesmente não chegam lá por bloqueio americano… Eles não usam carros dos anos 50 à toa…

-> O que achou do artigo? Deixe seu comentário.

Popularity: 2% [?]

Câmara Promove Vinicius de Moraes ao Posto Mais Alto da Diplomacia

  • Google Buzz

Fonte: Agência Câmara

 

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira o projeto de lei 6417/09, do Executivo, que promove, post mortem, o poeta e músico Vinicius de Moraes a ministro de primeira classe (embaixador) — o cargo mais elevado da carreira diplomática. A matéria será analisada ainda pelo Senado.

Vinicius morreu em 1980, mas deixou a carreira diplomática em 1968, quando ocupava o posto de primeiro secretário (o terceiro mais baixo na hierarquia da carreira). Ele foi exonerado com base no Ato Institucional 5 da ditadura militar, num expurgo que atingiu mais de 40 diplomatas. O Ministério das Relações Exteriores alegou, na época, que ele não se dedicava ao trabalho por causa da vida boêmia.

Em 1998, a Justiça Federal anistiou o poeta e, em 2006, ele foi reintegrado ao corpo de diplomatas brasileiros. O projeto garante aos atuais dependentes do artista os benefícios de pensão correspondentes ao cargo de ministro.

Embaixador da cultura
O governo ressalta, na justificativa do projeto, que, apesar de ter interrompida a sua carreira diplomática, Vinicius prosseguiu a sua carreira artística no país e no exterior e se tornou um embaixador da cultura brasileira.

Conhecido como Poetinha, Vinicius de Moraes foi parceiro, no campo musical, de artistas como Toquinho, Carlos Lyra e Baden Powell. Ele também atuou na literatura, como autor de livros de poesia, e no teatro, como dramaturgo. Uma das suas obras mais famosas é a canção Garota de Ipanema, em parceria com Tom Jobim.

Só para Constar: O posto mais alto da carreira diplomática não é o de embaixador, mas o de Secretário-Geral, mas esse é uma exceção, a regra é terminar como embaixador mesmo.

-> O que achou do artigo? Deixe seu comentário.

Popularity: 1% [?]

Prorrogadas as Inscrições da Mostra de Tecnologias Sustentáveis 2010

  • Google Buzz

Prorrogadas as inscrições da Mostra de Tecnologias Sustentáveis 2010

O prazo vai até 12 de fevereiro de 2010. Inscrições gratuitas somente pelo site.

Evento já se tornou referência no país  em idéias inovadoras em prol da sociedade, do meio ambiente e da economia sustentáveis

São Paulo, janeiro de 2010 – Foram prorrogadas as inscrições para a Mostra de Tecnologias Sustentáveis, evento que reúne, metodologias, técnicas, sistemas, equipamentos ou processos que contribuam para a construção de uma sociedade sustentável.

Este ano, as tecnologias inscritas devem se enquadrar em três categorias:
- Tecnologias Verdes, nas subcategorias Recursos Naturais; Energia; Biodiversidade; Água; Resíduos; e Emissões de Carbono
- Tecnologias Inclusivas, com projetos em Inclusão Econômica; Equidade; Acessibilidade; Sociodiversidade; Combate à Pobreza Conhecimento Tradicional; Acesso e Garantia aos Direitos e Políticas Públicas
- Tecnologias Responsáveis, com foco em Integridade e Combate à Corrupção Transparência; Controle Social dos Agentes Públicos e Econômicos; Trabalho Decente

As inscrições são gratuitas e precisam ser feitas online, via site

www.ethos.org.br/mostra2010

Para fazer parte da Mostra, a tecnologia precisará ser selecionada por um comitê curador constituído por onze entidades, tais como Associação Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Conselho Brasileiro da Construção Sustentável (CBCS); Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), International Finance Corporate (IFC) e Rede de Tecnologia Social (RTS).
Podem inscrever-se na Mostra pessoas físicas ou organizações, com uma ou mais tecnologias.

O prazo para inscrições foi prorrogado até 12 de fevereiro de 2010

Vale lembrar que a Mostra de Tecnologias Sustentáveis 2010 vai se realizar no mesmo período e local da Conferência Internacional Ethos 2010, entre 10 e 14 de maio de 2010, no Hotel Transamérica, em São Paulo.

Patrocinadores: Banco do Brasil, Shell, Infraero, Itaú/Unibanco, ArcelorMittal, Carrefour e Alcoa.

Apoio: Planeta Voluntários

-> O que achou do artigo? Deixe seu comentário.

Popularity: 1% [?]

Rio Terá Centro de Estudos para Discutir Sobre os BRICs

  • Google Buzz

Por Daniel Cardoso Tavares
Fonte: O Globo

 

Na zona sul do Rio de Janeiro será inaugurado o 1º Centro de Estudos e Pesquisas dos BRICs. A inauguração contará com a presença de Jim O’ Neill, que criou o termo, ele estará aqui nos dias 22 e 23 e participará do seminário "Uma agenda para os BRICs".

A ideia surgiu da necessidade de fortalecer a imagem do Rio como uma cidade global e que começa a sediar eventos internacionais de peso, como as Olimpíadas de 2016. O Instituto de Relações Internacionais da PUC-Rio apoiará em termos acadêmicos.

O’Neill falará sobre a “Relevância internacional nos desafios do cenário econômico”, com o ex-presidente do Banco Central (BC) Armínio Fraga, o ex-secretáriogeral do Itamaraty, embaixador Sérgio Azambuja, e o ex-diretor do Banco Central da Rússia, e atual diretor da Higher School of Economics de Moscou, Sergei Alexashenko.
Também estarão no encontro o CEO da Booz & Co., o representante do Centro de Estudos Brasileiros Academia de Ciências Sociais da China, Zhou Zhiwei, e o sócio-diretor e Fundador de The Jai Group, Rakesh Vaidyanathan.
O seminário vai ocorrer dois meses antes da segunda cúpula dos Brics, prevista para abril, no Brasil. A primeira ocorreu em Ecaterimburgo, na Rússia

-> O que achou do artigo? Deixe seu comentário.

Popularity: 6% [?]

A Questão do Irã Nuclear: As Múltiplas Visões (+ Atualizações em Vídeo)

  • Google Buzz

Por Daniel Cardoso Tavares
Fontes: A Tarde, Correio Braziliense, Jornal do Brasil, Folha de São Paulo e Brasil Econômico

 

França e EUA

Para EUA e França não resta mais nenhuma opção além de novas sanções contra Teerã. O Ministro da Defesa Francês, Hervé Morin, em companhia do americano Robert Gates, afirmou que "não nos resta outra opção a não ser buscar novas medidas no Conselho de Segurança da ONU".

"Nos cálculos da França", segundo o Le Monde, "seria necessária a unanimidade do restante do Conselho em favor das sanções. Pelas regras em vigor, bastaria a aprovação de 2/3 dos membros, sem nenhum veto, para a resolução ser aprovada.

 

Brasil

A posição oficial do brasil está no discurso do Presidente: “Reconhecemos o direito do Irã de desenvolver um programa nuclear com fins pacíficos e com respeito aos acordos internacionais, e esse é o caminho que o Brasil vem trilhando. Não proliferação e desarmamento nuclear devem andar juntos. O Brasil sonha com um Oriente Médio livre de armas nucleares, como ocorre na América Latina”,

Sobre os recentes desenvolvimentos: Amorim, por meio da assessoria de imprensa, afirmou que as negociações não estão esgotadas e que ainda é possível alcançar uma posição entre o Irã e o P5 +1 (Estados Unidos, França, Reino Unido, China, Rússia e Alemanha) "nos moldes do acordo de troca de urânio com baixo teor de enriquecimento por combustível para o reator de Teerã".

A indicação é a de que o Brasil não apoiará novas sanções propostas pela França, com quem tem uma "parceria estratégica", e EUA.

"Além do Brasil, a Turquia se alinha em favor da continuidade das negociações do acordo. A Nigéria, país de maioria muçulmana, e o Líbano dificilmente votariam em favor das sanções ao Irã. Todos os quatro emergentes são membros não-permanentes do Conselho."

 

Rússia

De acordo com a Folha, a Rússia está pressionando o Irã a cumprir suas obrigações nucleares, em uma posição talvez diferente da que vinha mantendo pelos últimos anos, de abster-se nas votações contra "o aliado persa". Veja mais logo abaixo, na parte que trata sobre o escudo antimísseis.

China

Bom, tudo indica que ela usará de seu poder de veto contra novas sanções ao Irã.

A China tem fortes interesses comerciais, tendo ultrapassado a União Européia como maior parceiro comercial do Irã. "Dados oficiais ainda retratam a UE como maior parceria comercial de Teerã, com US$ 35 bilhões em 2008, ante US$ 29 bilhões para a China. Mas esses números disfarçam o fato de que boa parte do comércio iraniano com os Emirados Árabes Unidos consiste de bens canalizados de ou para a China." Levando-se em consideração esses dados, o comércio China – Irã totaliza no mínimo US$ 36,5 bilhões, maior, portanto que o total de todo o bloco europeu.

O Irã importa maquinaria e bens de consumo dos chineses e exporta petróleo, gás natural e petroquímicos. A Câmara de Comércio Irã-China afirma que 11% das necessidades energéticas chinesas dependem do parceiro persa.

"No passado, a China permitiu a aprovação de três resoluções da ONU impondo sanções ao Irã. Mas o embaixador do país enfatizou a necessidade de negociações." "Nossa abordagem é a de que o diálogo e as negociações sempre produzem resultados melhores", afirmou o embaixador chinês em Teerã, Xie Xiaoyan. "As sanções não produzirão os resultados almejados [pelo Ocidente], por mais paralisantes que sejam".

Mas alguns analistas enfatizam que essa posição possa mudar. Yin Gang, especialista em assuntos do Oriente Médio na Academia Chinesa de Ciências Sociais, disse que "a China é extremamente cautelosa em seus tratos com o Irã, mesmo no comércio e energia. Os chineses não mantêm relacionamento estreito demais com o Irã porque poderia prejudicar suas relações com muitos outros países."
Caso a China impeça o Conselho de Segurança de aprovar as sanções na ONU, EUA e UE ainda teriam a opção de impor medidas unilaterais. A questão é determinar se os elos entre Irã e China atenuariam o impacto dessas medidas.

 

Irã

O embaixador do Irã no Brasil, Mohsen Shaterzadeh, defendeu o uso da energia nuclear para fins pacíficos. “Nós confiamos no Brasil. Acreditamos que as autoridades brasileiras têm conhecimento da situação e da posição iranianas. O Brasil, ao contrário de outros países que tiveram fortes reações, não é um país que pensa em colonizar outro país”, disse Shaterzadeh. O uso do material enriquecido seria voltado para fins medicinais, agricultura e produção de energia.

“Estamos de acordo com as normas internacionais. Não violamos nenhuma regra e por isso não entendemos essa reação. Esses países devem primeiro destruir seus armamentos nucleares para depois darem conselhos para os outros”, afirmou, referindo-se aos opositores do programa iraniano.

Ele destacou que seu país continua disposto a comprar urânio enriquecido de terceiros países e que o enriquecimento dentro do próprio Irã surgiu como resposta às restrições ao comércio do mineral com seu país. “Se não impuserem condições, estamos dispostos a comprá-lo.”

 

Escudo anti-mísseis

Um alto funcionário da Defesa iraniana anunciou que eles pretendem desenvolver seu próprio sistema antimísseis comparável ao S-300 russo, que teve o contrato de entrega suspenso por Moscou.

Heshmatola Kassiri, alto funcionário de defesa antiaérea do Irã, afirmou que "em um futuro muito próximo, nossos especialistas vão produzir um sistema antimísseis que terá a mesma capacidade do sistema S-300, e inclusive maior potência." "Produzimos nós mesmos todos os nossos equipamentos de defesa antiaérea", completou.

O pedido para a suspensão da entrega do sistema russo, que aconteceu em 21 de outubro de 2009, veio das potências ocidentais e de Israel. "Apesar de possuir extensos laços comerciais com o Irã, a Rússia vem aliando-se cada vez mais às potências na condenação a Teerã pela expansão do seu programa nuclear."

 

Vizinhos

A Síria, por manter aliança estratégica com o Irã, foi a única que não declarou preocupação com as ambições nucleares iranianas.  Aparentemente existe uma corrida silenciosa em busca de melhores garantias dos EUA e mais avançados e numerosos equipamentos de defesa, ou seja: uma corrida armamentista.

Os EUA já montam um sistema de defesa na região, com o envio do sistema antimíssil Patriot para quatro países do golfo, assim como dois navios para patrulhar a costa do Irã.

De acordo com um estudo do Instituto Washington para o Oriente Médio, pode ser que os demais países sintam-se obrigados a buscar armas químicas ou outras armas proibidas para superar sua falta de capacidade nuclear.

Ao mesmo tempo, a mídia árabe não para de publicar supostos indícios de que um ataque israelense às instalações iranianas pode ser iminente. Há poucos dias, a imprensa do Egito divulgou que dois navios de guerra israelenses teriam passado recentemente pelo canal de Suez, navegando em direção ao golfo Pérsico.
A passagem, segundo fontes oficiais, teria sido cercada de cuidados de segurança por parte do governo egípcio, um dos maiores rivais do Irã na região.

-> O que achou do artigo? Deixe seu comentário.

Popularity: 4% [?]

Pensando Diferente (1) – Pragmatismo

  • Google Buzz

Olá a todos,

 

Esse espaço vai servir às minhas idéias e pensamentos que normalmente não encontro espaço ou entusiasmo para levar à frente na forma de um estudo mais profundo. É basicamente um momento de desabafo. Planejo ser breve e incompleto, deixando espaço para quem quiser completar, discordar e etc., é só usar os comentários abaixo. Meu foco será no "desenvolvimento", não necessariamente em termos de política externa, por isso já vou pedindo minhas desculpas…

Acredito que o Brasil precise de uma leve reorganização nos currículos escolares do ensino médio. Tudo bem, sei que nessa idade todos estão preocupados, em termos de escola, com o vestibular, pensando que o curso X, na faculdade Y, salvará suas vidas. Preocupados em decorar e treinar como soldados as matérias para ter sucesso na famigerada prova. Porém…

O que proponho é a substituição de certas matérias "inúteis", como sociologia e filosofia, por outras mais práticas, voltadas para noções de empreendedorismo/economia. Algo que faça os olhos dos mais espertos brilharem com possibilidades de ganhos, que, no fim, traduzir-se-ão em desenvolvimento para o Brasil.

Creio que o excessivo foco intelectual acaba por minar o desenvolvimento nacional. Seria um complemento ao que o professor Viola, da UnB, disse certa vez (não Ipsis litteris): estudar ciências humanas é inútil, os países desenvolvidos focam suas energias nas ciências exatas, essas sim geram riqueza e poder.

Um complemento, por que também de pouco adianta o estudo das ciências exatas se o foco for simplesmente acadêmico. "Brincar de ser doutor" não leva a nada, a não ser uma "medalha", um enfeite, que não é traduzido em bem-estar para o povo.

-> O que achou do artigo? Deixe seu comentário.

Popularity: 1% [?]