Política Externa Brasileira, Defesa, Desenvolvimento Nacional, Concurso do IRBr para Diplomata (CACD)

DanielCT

Por Daniel Cardoso Tavares

 

 

Olá a todos,

Informo que lancei, em versão Kindle, o livro “A Psicologia dos Empreendedores das Redes Sociais: Jung, o MBTI e os Fundadores do Facebook, Twitter e LinkedIn. (Portuguese Edition) [Kindle Edition]”. O livro pode ser lido nos dispositivos Kindle/KindleFire ou por meio de leitores web disponibilizados pela Amazon.com.

Trata-se da versão original de monografia de conclusão de curso de pós-graduação lato sensu em empreendedorismo. No livro, faço um review das principais correntes que lidam com a análise da personalidade, trago um pouco da história da Carl Gustav Jung, uma explicação do MBTI bem detalhada com base nas funções cognitivas em Jung. No formato livro “normal”, de acordo com uma pré-diagramação, contém algo em torno de 432 páginas, sendo pouco menos de 200 páginas exclusivamente com análise de documentos.

O principal, porém, é o método que proponho, onde é possível extrair o tipo psicológico por meio de análise de documentos. Isso foi aplicado nos três maiores empreendedores das redes sociais (Mark Zuckerberg – Faceboook; Jack Dorsey – Twitter; e Reid Hoffman – LinkedIn) e espero que possa ser um método testado e melhorado por outras pessoas.

O uso real (espero) pode ser na análise futura de documentos escritos por grandes políticos como Churchill, Stalin, Ronald Reagan, Hitler etc. Saber o tipo psicológico dessas pessoas permitirá uma nova visão da história e coisas ainda mais interessantes para quem entende a teoria junguiana de forma completa e profunda.

Eu pessoalmente gostaria de fazer isso, mas acho que não serei capaz, então vou revelar meu pensamento: é possível que esse tipo de estudo permita, no futuro, a observação de forças inconscientes guiando grandes políticas de Estado.

Minha tese, que não sei se jamais poderei escrever a respeito, é a de que existe um confronto inconsciente entre Ocidente e Oriente. Seria como um confronto entre aspectos reprimidos em cada um dos grandes agrupamentos de pessoas: introversão x extroversão, sentimento x pensamento etc.

Ficam minhas ideias para o louco que quiser brincar de teorizar sobre política internacional com base em Jung.

O livro custará USD 40,00, mas atualmente, por pouco tempo, está sendo vendido por USD 20,00.

E… não… o livro ainda não tem capa porque estou aguardando o trabalho de arte de um colega artista do curso de Jogos Digitais (por lá, estou literalmente cercado de artistas altamente talentosos).

 

No futuro, talvez daqui há uns 3 ou 4 meses, lancarei uma versão impressa, que também será vendida pela Amazon.com, provavelmente.

Você pode comprar o livro clicando no seguinte link: http://www.amazon.com/Psicologia-Empreendedores-Redes-Sociais-ebook/dp/B007ZRYPPW/ref=sr_1_1?ie=UTF8&qid=1336145469&sr=8-1

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Olá a todos,

 

 

Aqui apenas constato o fato de estarmos com mais de 4.000 seguidores no Twitter, mesmo com o site em marcha lenta.

Gostaria de deixar os maiores agradecimentos a cada um dos seguidores: muito obrigado!

 

Daniel Cardoso Tavares

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Por Daniel Cardoso Tavares

 

 

A violência está no ar. Da mesma forma que aquela musiquinha “legal” (Love´s in the air – John Paul Young), a violência está no ar, aqui no Brasil, ao menos é isso que me diz meu “instinto” (Intuição Introvertida): é possível sentir o cheiro dela.

E isso é normal, muito normal. O ser humano, diferente dos animais, não possui uma única característica influenciadora sobre o meio-ambiente. Um leão, por exemplo, por ter seu porte superior e armas mais adequadas, pode assumir uma posição de “máquina de guerra” no mundo animal. Um elefante, da mesma forma, por possuir uma armadura mais pesada e um porte capaz de, literalmente, esmagar seus oponentes, pode colocar-se em uma posição de “torre inabalável”. Um golfinho apesar de monido com dentes, utiliza sua inteligência (que alguns já consideram como “proto-humana”) como forma de interação com o mundo: eles agem em grupo. Enfim: cada animal ou inseto encontra uma maneira específica  (como diria um dos meus professores de Programação: “agindo como um programa em loop infinito” –> “while(true){}” )de lidar com os desafios extrovertidos, exceto o ser humano.

Nós podemos utilizar todas as faculdades, em medidas diferentes, em momentos diferentes. Podemos ser fortes como o Hulk (ok, exagero): basta permanecer tempo suficiente e com método adequado em uma academia ou executando tarefas muscularmente penosas. Podemos ser filósofos e destruir impérios com palavras, bastando absorver informações, refletir e agir sobre elas. Podemos ser agregadores de seres humanos e comandá-los em qualquer direção etc.

Todas as potencialidades estão no ser humano: e esse é o grande “problema”.

As religões (tradicionais) incentivam a supressão da agressividade. Para os religiosos, a agressividade deve ser extinta por meio da “paz”, da “oração” (oração é: um ritual, coletivo ou individual, de transferência de responsabilidades de uma pessoa a outras “entidades” extra-corporais), “dos cânticos” etc. O interessante disso tudo é: não há como extinguir algo que está, fisicamente, escrito em nossos neurônios, em nossas faculdades mais básicas. Crir uma ideologia de “paz” significa, na prática, reprimir a violência inata, jogando-a em algum canto secreto da mente.

Como diria o vídeo do The Tutors (http://youtu.be/ZYJHlRJ4nug), o crente mais fervoroso é o mais violento, talvez o que cometa maior nível de maldades: ele precisa reprimir tudo isso! Tudo isso é inaceitável para ele.

“Deus! Venha até mim e liberte-me!”

Assim grita o crente mais fervoroso, assim grita o crente mais sedento de violência.

Deste canto secreto ela brotará de volta, com igual ou maior força do que aquele com que foi reprimida. É da natureza humana manter sua existência a todo custo. Quem já esteve à beira da morte (literalmente), sabe como o corpo não para de lutar por um segundo que seja, desesperadamente. Está nos códigos de programação do ser humano uma linha de comando do tipo: “sobreviva a qualquer custo”. E isso é, mais do que  uma determinação geral, seguida por um “controle superior” do cérebro, uma linha de comando que permeia todas as nossas células.

Sendo assim, cada parteexige estar viva. Cada pequeno recanto do corpo exige um movimento, uma sensação. Você algum dia já pensou algo do tipo: “Poxa vida, ontem eu não senti meu pé”, ou “até agora não recebi informações vindas do meu joelho esquerdo/direito”? Impossível. Se você, por alguns segundos, resolver pensar em seu dedo indicador, perceberá que, por instantes, todo o resto silencia e você sente com maior intensidade o que quer que seu dedo indicador esteja sentindo, mas, logo em seguida, é retomado pelas necessidades das outras partes.

Da mesma forma acontece com nossas mentes: a violência exige ser escutada, exige ter seu momento. Quando maior a opressão sentida, maiores as necessidades da violência.

O momento da violência está, assim, voltando ao Brasil. Da mesma forma comojá escrevi aqui sobre o “Big Brother Brasil”, a tal “mania” pelo MMA surge como esse retorno da violência. De fato, nós adoramos a violência.

Esportes são, como já pude falar em uma aulinha de inglês, muitos e muitos anos atrás (ser idoso é algo interessante), nada mais que formas de violência velada. Ayrton Senna, quando vencia suas corridas, servia como uma cena onde um gladiador arrancava a cabeça do adversário. Da mesma forma, a seleção brasileira sempre serviu como estopim de nossa violência reprimida: cada gol seguido de um grito: gol” Gol! Gol!

Quem aqui grita gol uma única vez? Gritar gol é mais que simplesmente “tomar conhecimento”, é um gesto de violência: você está enfiando uma faca moral o peito do seu adversário. “Tome seu desgraçado: Gol! Gol! Gooool!”.

Adendo: sobre rir –> Rir é um gesto clássico de violência e não tem graça se feito sozinho: deve acontecer em grupo: “ei, você, veja como eu machuco aquela pessoa!”. Mais interessante do que isso: rir é muito melhor quando o alvo da risada está a seu alcançe: “tome, seu desgraçado! Estou lhe ferindo três vezes, lá vão meus tiros: “Ha Ha Ha!”.

De volta, Ayrton Senna morreu e jamais foi substituído: Massa, Bruno Senna, Rubinho: todos fracassaram.  Nossos gritos de gol não saem mais, ou se saem não tem mais aquele gosto de opressão.

O Brasil precisa de sua violencia amada de volta: desta vez ela vem de forma explícita: MMA.

Quando Galvão Bueno, na primeira transmissão, criou o bordão dos “gladiadores do século XXI”, ele estava certo.

Os gladiadores estão de volta.

A política da violência e a violência da política

Nossos políticos* profissionais (como eu já disse antes: todos os brasileiros são políticos –> há os que sabem disso e os que desconhecem) gritam “gol!” a cada centavo que entra em seus bolsos. Este é o esporte do político profissional brasileiro de hoje: sentir prazer violento enquanto esfaqueia o dinheiro do povo.

* Frisando que, por política, entendo algo como: a influência dos rumos de um grupo de pessoas por qualquer meio, seja pelo convencimento ou pela força; pelo carinho ou pelo assassinato. Sendo que por “boa política” ou “política de verdade” eu entendo aquela que é direcionada para a melhoria das condições do grupo como um todo.

É aqui que o MMA, a Fórmula 1 e o futebol encontram-se com a política. A experiência da violência explícita do MMA (na apresentação de domingo, frases como “quero espancar gente”, foram ditas de forma tão simplória quanto um “quero beber água”) traz de volta ao brasileiro a possibilidade de agir violentamente no seu dia a dia, de forma explícita.

O MMA não vai incentivar a violência, ele apenas fará com que ela saia do sujeito e entre no dia-a-dia: e isso é muito bom, se for utilizado da maneira certa.

Se toda essa violência for canalisada contra aqueles que nos fazem mau em sentido amplo: os políticos profissionais, do momento.

A catarse

A violência está no ar, dá para sentir, dá para cheirar.

A grande catarse aproxima-se a cada momento: o Brasil explodirá em violência.

Neste momento “quase crucial” (ainda não é chegada a hora) é preciso que haja líderes políticos (de verdade) capazes de encaminhar essa explosão de violência na direção certa: contra os políticos tradicionais, que defendem o sistema atual –> este sim gerador de revolta.

Antes o brasileiro cuspia sua violência gritando gol, ou com a fórmula 1. Hoje, por meio da violência explícita do MMA. Amanhã, finalmente, contra aqueles a quem deve, de fato, ser voltada.

O equilíbrio de forças

Em um primeiro momento, há o equilíbrio: violência e paz em perfeita sintonia. A violência utilizada socialmente de forma a melhorar a vida: do sujeito e da sociedade.

No momento seguinte, há o desequilíbro: a violência é jogada em um canto, reprimida pelas religiões.

Em um terceiro momento, há a explosão: a violência ressurge, como catarse.

Depois há um novo equilíbrio, que pode ou não ser quebrado.

Para Aristóteles

Segundo Aristóteles, a catarse refere-se à purificação das almas por meio de uma descarga emocional provocada por um drama.

O drama aproxima-se.

O grande drama aproxima-se.

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Por Daniel Cardoso Tavares

 

Saia daqui

Bom, em primeiro lugar, é preciso dizer que para seguir em frente você precisa entender por completo o sistema de funções básicas de Jung, descritas no livro "Tipos psicológicos". Precisa entender o que cada uma dessas siglas significa: Se, Si, Ne, Ni, Fi, Fe, Ti e Te (no caso, essa siglas são mais utilizadas no mundo do MBTI (por estudiosos profundos, não por crianças que ficam nas "quatro dimensões"), como atalhos para entender as funções básicas de Jung).

Do contrário, você pode achar tudo muito "estranho" e simplesmente não entender o ponto. Se você não domina visceralmente a teoria, saia daqui, seu burro desgraçado Smiley bravo.

Outro ponto é: alguns tipos são simplesmente burros para certas funções. Eu, por exemplo, não vou tentar explicar Se porque sou burro para ela. Também não vou explicar Te, nem Ti, nem Si, nem Fe, nem Fi ou Ne. Assim, o ideal é tentar seguir os comandos abaixo sem qualquer questionamento, do contrário você estará simplesmente sobrepondo sua função principal (caso não seja Ni) ao exercício e deturpará o processo.

Sem ordem

Por sinal, as lições, apesar de numeradas, não estão em ordem progressiva, elas serão dadas soltas no tempo e no espaço, sem qualquer ordenamento de qual é a mais importante ou qual deva vir primeiro.

Em resumo: confie em mim, se quiser melhorar seu Ni é preciso fazer o que eu disser.

Nota

Eu realmente sinto-me confiante o suficiente para explicar como explorar Ni, mas, com certeza, não sou do tipo "ilustre" do tipo, afinal: não vejo fantasmas (só 1 vez, mas quando era bem pequeno e vi, não pergunte como, a minha própria "imagem espectral" andando por aí :P ); não escuto vozes; não tenho visões do futuro (só de vez em quando); nenhuma entidade fala por meio de mim e meus sonhos são apenas ocasionalmente ligados a eventos futuros. Uma coisa, porém, eu posso afirmar: geralmente o que eu penso, de forma natural, acontece em algum tempo :P .

Aviso 1 – Introversão

Estamos tentando ensinar Ni, então todas as técnicas serão introvertidas: acontecerão dentro de sua própria cabeça. Ninguém saberá o que está acontecendo (a princípio) e você não deve agir sobre esses pensamento.

Lembre-se: introversão é a mesma coisa que inação. Toda e qualquer ação em relação ao mundo depende de extroversão, então simplesmente mergulhe em si mesmo.

E… não: você não ganhará nada com isso. Você não ficará rico, ou feliz, ou satisfeito. Muito pelo contrário, você pode ficar profundamente deprimido. É um esforço sem qualquer tipo de recompensa óbvia e, por sinal, aumentará sua "taxa de rejeição" na sociedade como um todo.

O que estou mostrando é basicamente como descobrir a si mesmo e ter como recompensa a rejeição do mundo (se você quer agradar aos outros, siga o preceitos dos extrovertidos: deixe de ser quem é e viva na falsidade). Se você quer ser odiado por simplesmente existir, siga-me.

Aviso 2 – Budismo

Não sou budista, mas minhas técnicas internas são uma colcha de retalhos: milhares de ensinamentos, cada um em um canto diferente. Assim, usarei algumas técnicas que aprendi do budismo, sem ligar se vão gostar ou não.

Talvez um budista venha criticar meus métodos pouco ortodoxos. Deixo, então, meu conselho: morra.

Aviso 3 – Hierarquia

Eu disse, acima, que não existe hierarquia, mas a última lição tem um tipo de "precedência" sobre as demais. Ela é, digamos, muito presente em qualquer pessoa que tenha Ni dominante.

Aviso 4 – Temporalidade

Todos os ensinamentos devem ser executados apenas por um curto período de tempo e na situação correta (onde ninguém além de você sofra as consequências). Brincar com Ni (intuição introvertida) é, literalmente, brincar com a loucura: você ficará louco por alguns instantes. Então: lembre-se de voltar, isso é apenas um exercício :P .

 

Lição 01 – Indiferença

A primeira coisa a fazer é ser indiferente a seus próprios pensamentos. Por indiferente quero dizer: não censurar qualquer pensamento que seja.

Se você tiver o pensamento de enfiar uma faca no olho: ok. Se estiver pensando em como assaltar um banco e matar os guardas: ok. Se estiver pensando em formas de machucar o próprio corpo: ok. Absolutamente tudo é permitido.

Não apenas deixe os pensamentos virem, mas vá em frente em destrinchar mentalmente cada um deles. Não os censure.

Se tiverem que sumir, sumirão, se não, permanecerão.

Lição 02 – Odioso

Pensamentos odiosos são os mais legais: eles permitem que você explore sua mente de forma mais plena. Como nos exemplos anteriores, citei coisas odiosas ou nojentas: tudo bem. Sua função é observar seus pensamentos não modificá-los, mas sinta-se feliz com pensamentos de maldade e crueldade: eles permitirão mergulhar fundo em si mesmo.

Uma técnica (do budismo) pode ajudar a "amenizar" seu sofrimento neste passo: ao pensar em algo "desagradável" (como as lições a seguir) você ficará enojado, tremendo ou suando frio, então a dica é pensar a seguinte frase algumas vezes: "Ao inspirar estou pensando em XYZ, ao expirar, sorrio para XYZ". Toque XYZ pelo pensamento, exemplo: "Ao inspirar, estou pensando em matar aquela criancinha, ao expirar, sorrio por pensar em matar aquela criancinha".

Lição 03 – Mate sua história

Mate qualquer conhecimento prévio que você tenha: sua memória é seu pior inimigo. Esqueça quem você é e volte a ser um recém-nascido, totalmente livre de limites morais, de certo e errado, de bom e de mau.

Lição 04 – Adore suas contradições

Adote a prática de rir de suas próprias contradições.

Eu não gosto daquele pensamento clichê de "todo ser humano comete erros". Isso é uma mentira: é possível, sim, criar um ser humano sem erros, como um robô.

Contudo, é mais útil no uso de Ni perceber suas contradições e, após ficar envergonhado (algo natural), dar uma boa gargalhada delas.

Lição 05 – Mate Deus

Enquanto estiver em Ni, ninguém é superior a você: você é Deus. Se você acredita em Deus, uma boa prática é imaginar-se matando-o. Imagine-se enfiando uma faca em Deus e matando-o lentamente: é bem libertador.

Lição 06 – Mate a si mesmo

Um bom exercício é, ao menos uma vez, imaginar-se matando a si mesmo, como se tivesse um outro "eu" à sua frente e você o destrói. Matar a si mesmo com as mãos é um exercício bem interessante.

Lição 07 – Use um estímulo externo

Para controlar o tempo, é interessante utilizar um estímulo externo. Eu geralmente uso músicas. Se você for extrovertido, tente fechar seus olhos. No meu caso, introvertido, é desnecessário fazer isso.

Lição 08 – Sinta

Talvez isso seja mais fácil para mulheres, mas todos devem sentir a si mesmos em plenitude. Sinta cada músculo rígido, cada alteração nas batidas do coração, cada suor, cada coisa em si. Sinta também suas emoções e, mais do que isso, deixe-as fluir sem qualquer limite.

Talvez o ideal seja fazer isso em casa, no seu quarto: longe dos outros. Assim você terá plenitude para vivenciar cada sensação interna e externa sem limites. Isso abrirá ainda mais sua mente e elevará seu auto-conhecimento a um nível bem alto.

Lição 09 – Este é seu último dia de vida

Ao acordar, pense: "Hoje é meu último dia de vida."

Perdendo o medo da morte, acostumando-se com ela, você perde o medo de fazer o que quer que seja.

Todo e qualquer dano feito a você será uma piada.

Lição 10 – Deixe-se ser atacado

Todos nós somos atacados todos os dia. Eu, por exemplo, ataquei você logo no começo do texto (a carinha serve para dar um ar de "banalidade" ao ataque: eu falo o que realmente penso e ainda deixo você se sentindo superior a mim :P ).

O importante é: deixar-se ser atacado. Se você quer ter um entendimento profundo de Ni, deixe que os outros hajam sobre você livremente.

Ao perceber que estão mentindo para você, acredite. Ao perceber que será agredido, deixe-se ser agredido. Ao perceber que está sendo enganado, deixe a coisa correr.

Claro, naturalmente você precisa controlar o dano de acordo com seus limites do aceitável, mas deixe sempre o agressor sair feliz consigo mesmo: você ganhará um conhecimento de Ni que será incomparável.

Depois de algum tempo (talvez muitos anos), sua intuição será tão forte que você saberá o que uma pessoa desconhecida fará a centenas de metros de distância ou com anos de antecedência.

Lição Final (de hoje) – Ímã Biruta

Um dia, enquanto eu olhava para um biruta em um heliporto, fiquei a pensar: "porque diabos chamam de biruta quem é ‘louco’". Em seguida, veio-me a resposta: porque a biruta muda de direção o tempo todo, ela vai para onde o vento leva, sem constância.

Assim, preciso recuperar algo que, conversando com Ni dominante, confirmei: todos nós (Ni dominantes) somos birutas. Todos os que possuem Ni em posição superior sentem um tipo de "força", como um imã, que nos puxa em direção a certas escolhas. Não sabemos o que nos leva para isso, mas apenas que é a coisa certa a ser feita, mesmo que não entendamos.

É quase impossível explicar, mas todos temos uma sensação inabalável de estarmos fazendo a coisa certa, lá no fundo. Por sinal, é exatamente essa força que me faz escrever um texto tão pouco ortodoxo. Qualquer análise racional diria: "que lixo, se ferrou", mas sinto-me tremendamente aliviado ao escrever e, mais do que isso, certo de que faço a coisa certa.

Sendo assim, se você quer entrar no mundo de Ni, seja um biruta: deixe-se levar pelo vento mais forte, escolha aquilo que, literalmente, estiver lhe puxando como um ímã: não pense!

Uma musiquinha para inspirar

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No vídeo postado agora pouco, sobre os "vizinhos da Síria", um dos comentaristas afirmou que "nada é preto e branco". Vou aproveitar o gancho para trazer uma discussão (com os dois ou três gatos pingados que leem os "para refletir", ou tentam desesperadamente entender o significado das músicas).

Assim, trazendo essa frase, retomo um pensamento que sempre tive a respeito: Aquilo que eu chamo de "falsa sabedoria" afirma que "tudo é feito de tons de cinza". Eu já ouvi isso de psicólogos e coisas do gênero. Para mim, isso é uma grande mentira. Na verdade, tudo é feito de um número muito pequeno de variáveis: tudo tende ao preto e ao branco.

Peguemos, por exemplo, a própria essência física que nos constitui. Se você olhar para nossas corpos, são milhares de "pecinhas", mas, como todos sabemos, ao aprofundarmos chegamos a um número cada vez menor de variáveis. Quando mais próximos da verdade absoluta, menores as variações possíveis.

Hoje, há a certeza da existência de prótons, neutrons, elétrons e quarks, contudo, os estudos cada vez mais aproximam-se de um número menor de variáveis. No fim, tudo pode resumir-se a "cordas" que vibram em tal ou qual frequência ou maneira. Assim, até mesmo na física, o número de variáveis tende a diminuir conforme chega-se mais perto da verdade absoluta. Tudo tende ao preto e ao branco, não ao cinza.

No estudo dos fenômenos em geral, eu tendo a defender que cada tipo psicológico use as ferramentas que afia desde sua mais tenra idade: se a pessoa é racional (pensamento ou sentimento), que use técnicas racionais; se é irracional, que aprimore o uso da irracionalidade (sensação ou intuição) a fim de tornar-se o melhor naquilo.

Contudo, o uso excessivo da racionalidade clássica (pegar todas as peças e buscar entender cada uma delas) só gera uma coisa: uma grande quantidade de variáveis que torna o verdadeiro entendimento das questões (que eu sempre chamo de "visceral") impossível.

No fim, afirmo que é preciso chegar ao menor número de pecinhas; tentar usar as técnicas irracionais (intuitivas, por ser o meu forte) para alcanlar um número de variáveis igual a dois (2) ou menor que (4) e buscar o entendimento de tudo dentro desse espectro.

Grandes movimentos (os que realmente mudam os rumos da história) não são feitos de mini-pecinhas ou de interesses de grupos, mas grandes forças unificadoras (que não entendemos ainda), que simplesmente transformam tudo em um quadrado (em computação gráfica: dois triângulos): metade branco, metade preto.

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tennis-felicidade

 

Bom, este post é uma tentativa de expressar algum insight que eu tenha tido, mas que provavelmente não terei tempo/condições de colocar em um trabalho científico mais extenso: fica minha contribuição para quem quiser aprofundar no assunto;

Este primeiro veio enquanto observava um jogador comemorando uma vitória (com aquela tradicional cara contraída, dentes cerrados (ou grito) e o movimento de brusco de braços, como socos. Naquele instante, veio-me o seguinte, que não consegui "criticar", por isso acho um insight válido:

A felicidade é o momento em que todas as funções psicológicas básicas (em Jung: sensação, intuição, sentimento, pensamento: introvertidos e extrovertidos) são ativadas ao mesmo tempo.

É um momento de "plenitude" no encontro de todos os aspectos da consciência e do inconsciente.

A felicidade cessa no instante em que uma das funções psicológicas voltar a sobressair-se sobre as demais.

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Fonte: http://www.lyricsmania.com/bifrost_lyrics_heathen_foray_austria.html

 

Heathen Foray (Austria)

Die Zeit ist schon lang vorbei
Ich werd nie mehr zu Kampfe ziehn
Nie mehr meinen Mut beweisen
Mein Schwert nie mehr in Knochen beißen
Nie mehr wird ich in Feindesblut
Meinen Körper baden können
Doch wird man meinen Heldenmut
Noch in vielen Sagen nennen.

Gedanken wir in alten Tagen
Als ich so manche Schlacht geschlagen
Doch diese Zeit ist schon lang vorbei
Ich lass los und werde frei!

Mein Ende naht, ich sink hinab
Auf den Grund voll Feindesblut
Ich drück mein Schwert an meine Seit’
Schließe die Augen ein letztes Mal.

Durfte kämpfen,
Durfte küssen,
Durft‘ so manche Weisheit wissen.
Durfte leben,
Durfte lieben,
Durft’ so manchen Feind besiegen.
Blick ich zurück auf alte Tage,
Fühl ich Reue – keine Frage
Könnt ich es nochmal wagen,
Würd ich noch mehr Feind erschlagen!

Viele Wege durft ich gehn
Viele Orte durft ich sehn
Das Alter hat mich eingeholt
Die Zeit verlangt nach ihr’m Tribut

Gedanken wir in alten Tagen
Als ich so manche Schlacht geschlagen
Doch diese Zeit ist schon lang vorbei
Ich lass los und werde frei!

Gleißender Sonnenschein durchbricht die Nacht
Ein Regenbogen tut sich vor mir auf
Auf ihr herab Rasen Weiber auf Rossen
Mächtig, stark und schön!

Walküren haben mich
Ausgewählt um aufzusteigen!
Über Bifrosts lange Bahne
Soll die Reise führen!

Walküren, küsst mich wach
Hebt mich hoch zu eurer Mitte
Hebt mich hoch zu Odins Tafel
Werd fürstlich speisen gehen!

Vorbei an Heimdalls Wacht,
Vorbei am großen roten Feuer,
Vorbei an allem was einmal gewesen war!

Ich werd bis Ragnarök
Mich jeden Abend nur mehr schlagen
All meinen Hass grimmig gegen Riesen richten.

Durfte kämpfen,
Durfte küssen,
Durft‘ so manche Weisheit wissen.
Durfte leben,
Durfte lieben,
Durft’ so manchen Feind besiegen.
Blick ich zurück auf alte Tage,
Fühl ich Reue – keine Frage
Könnt ich es nochmal wagen,
Würd ich noch mehr Feind erschlagen!

Durfte kämpfen,
Durfte küssen,
Durft‘ so manche Weisheit wissen.
Durfte leben,
Durfte lieben,
Durft’ so manchen Feind besiegen.
Blick ich zurück auf alte Tage,
Fühl ich Reue – keine Frage
Könnt ich es nochmal wagen,
Würd ich noch mehr Feind erschlagen!!

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