Para Refletir (174) Solve Mentem a Molestis
Solve mentem a molestis
Mentem ad concretum dirige
Unum e jhanas intra
Intra unum e jhanas
Escalando WW3 (7) – Sobre Brasil, Irã, Estados Unidos e a Dilma Vargas Rousseff
Por Daniel Cardoso Tavares
A Dilma deve estar sentindo-se nas nuuvens: para ela, que ainda não entende nada de relações internacionais, apesar das “aulinhas de politiquez”, deve ser muito legal ser paparicada pelos “dois lados”.
Nos últimos tempos, deu para ver que ela vem recebendo aulinhas de “política internacional”: isso tendo em vista o discurso “quadradinho”, típico de quem acabou de formar-se ou de aluno de graduação em REL: “O direito internacional precisa ser respeitado”. É muito fofinho, parece criancinha falando em defesa da paz e do amor no mundo.
Ok, tirando o lado “cute” desse discursinho, alguém precisa avisar a lição seguinte: “o direito internacional é uma grande ficção, que, na verdade, só funciona para quem tem muito poder”. Certo, mas isso a Dilma vai aprender na aula que vem.
Até lá…
Ela vai ficar nas nuuvens brincando de “Doutora Vargas” enquanto todos nós sofremos as consequências de uma situação que evoluiu em grande parte devido à burrice diplomática brasileira desde que ela assumiu ao lado de seu fiel escudeiro, o amante dos EUA, em termos literais.
A burrice dos dois impediu que fossem tomadas ações pró-ativas no sentido de amenizar a situação entre Irã e o “Ocidente” (por sinal, a Globo enche a boca toda vez que fala da “Aliança Militar do OCIDENTE”), o que acelerou a situação em que o muno está hoje: à beira do precipício.
Sendo o Brasil muito importante e sua presidente tão burra quanto a grandeza da nação que “representa”, coube aos iranianos dar uma “mordidinha” a fim de acordar a Dilma adormecida. Foi preciso abrir-se uma “crise” para que o Irã voltasse a ser considerado como um Estado digno de atenção.
O outro lado, por sua vez, está adorando tudo isso: EUA estão que nem “Joãozinho e Maria” na terra dos doces: oferecendo migalhas e recebendo os sorrisos abobalhados da Dilma e de seu “Norte Americanófilo” de estimação.
Os iranianos, por sua vez, estão desesperados por atenção e diálogo. Não é para menos, eles precisam continuar existindo sob a face da terra: nada mais natural. O Brasil representa importante aliado político em sua luta por sobrevivência.
Assim, a Dilma acaba ficando em uma situação bem “varguez”: baba para os EUA e fica recebendo mimos dos iranianos:
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Foi até certo ponto ridícula a lambeção total protagonizada pelo MRE em seu Twitter na visita da Dilma aos EUA. Agora a Hillaria vem ao Brasil.
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No caso do Irã, há uma suposta visita “secreta” sendo planejada, onde ele viria ao Brasil “agradecer o apoio na questão do direito ao desenvolvimento nuclar pacífico”. Por sinal, bem corajoso do presidente iraniano sair de seu país em um “período crucial” como esse. Se fosse eu, ao menos deixaria o prazo que Israel deu para atacar o país esgotar-se antes.
Enfim: quem será o pretendente escolhido?
Que fique registrado para os historiadores do futuro: a Dilma só está recebendo esses mimos porque é a “dona” do Brasil.
Por outro lado… Deixo um recado para a Dilminha (subtamente fui atacado por um momento de gentileza paternal em relação à Dilma, talvez por estar gripado, com o narriz escorrendo, quase com febre… pode ser isso… –> Estou até com vontade de abraçar a Dilma… vejam meu grau de “falta de lucidez”): Minha filha: É o Brasil que eles querem, não você!
O importante é não se iludir: se houver uma guerra, boa parte da culpa será da inação brasileira pós Lula. Diferente da segunda guerra mundial, quando o Brasil simplesmente pode manter-se em sua versão da “splendid isolation” até ser atacado, agora ele é em boa parte culpado por sua inação quando podia ter resolvido algo.
A Dilma pode, e vai, jogar com a situação até o fim: assim espero, já que, creio eu, ela não será “macho o suficiente” para tomar um lado em uma guerra e “ferrar tudo” de forma explícita.
Mesmo assim, se houver uma guerra mundial, o Brasil terá de arcar com a possível destruição completa de sua política externa tradicional, tendo de lidar com vizinhos em conflito (como já expliquei no passado).
Curso de Preparação para o TPS 2013: Política Internacional, Com a Professora Msc. Daniela Medeiros
Por Daniel Cardoso Tavares
Segue o folder de divulgação do curso preparatóro para o TPS 2013: Política Internacional, com a Msc. Daniela Medeiros.
Maiores informações pelo e-mail danielamqmd@gmail.com
Ou no site dela: http://cacdpi.blogspot.com.br/
Escalando WW3 (6 e 1/2) Política de Vistos a Estrangeiros–Incluindo Brasileiros– Como Forma de Conseguir Mão de Obra
Por Daniel Cardoso Tavares
Já que estou no embalo, vamos mais uma: desta vez relacionando a “miraculosa” iniciativa dos EUA de “dobrar o número de funcionários que concedem vistos a brasileiros” para entrada nos EUA.
Em primeiro lugar, o objetivo é político: agradar a Dilma (que por ser inexperiente como o inferno acredita em tudo que os EUA dizem) e fazer com que ela dê apoio a eles em caso de confrontação de larga escala.
Em segundo lugar, o objetivo é encher os EUA de imigrantes e turistas “dóceis”, “amigáveis”, “admiradores dos EUA” que, em caso de guerra, poderão simplesmente suprir a mão-de-obra deficiente (homens saudáveis estariam carregando fuzis).



