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Política Interna

Para Refletir (178 Texto) Mercado de Bichos

Por Daniel Cardoso Tavares

 

 

Desde o advento do capitalismo, cabe aos detentores dos chamados “meios de produção” (que são as ferramentas e maquinarias necessárias para produzir o que quer que seja) contratar empregados no “mercado”. Minha conspiração aqui, trata de ofender o mercado e, seguindo pensamento que sustento já há quase uma dúzia de anos, desprezá-lo.

Em um mercado, como em um tradicional mercado de frutas e legumes, cabe à mercado ser manuzeada, observada e vendida ao consumidor, que pagará, apenas, por aquela que esteja com o menor preço. No capitalismo, como em um mercadinho, o esforço humano está colocado em uma “fruteira”, sendo vendido como qualquer objeto. Aqui, então, o comparador é o detentor dos meios de produção e o objeto é o próprio sujeito.

O problema é que há um sério defeito nesta lógica: ela é desumana. Nesta simples negociata ele perde parte de sua honra e de sua humanidade.

Ao ofertar-se no “mercado de trabalho”, como uma prostituta (que, sob minha forma particular de comunismo –nunca a ser aplicada a menos que um milagre aconteça– seria atividade passível de prisão = incluindo os “consumidores”) ou uma chave de fenda, o trabalhador submete seu bem mais precioso: sua honra.

Ao trabalhador, que precisa sobreviver (por ser fraco em sua defesa da própria honra mesmo em face da morte ou por ter de sustentar terceiros), só resta humilhar-se a uma ocupação que não lhe representa nada: nem em seu plano pessoal, nem naquele plano maior, a que todos aspiramos, que é o bem da sociedade. Resta aqui a falácia do “cada um faz a sua parte”: um enorme engodo, cujo único objetivo é submeter a vontade e as expressões mais importantes do ser humano em troca da um suposto bem social. Como eu já afirmei certa vez, ainda enquanto estudava para o IRBr, há alguns anos: esta lógica é completamente falaciosa. Nenhum sujeito filho de família abastada sente a obrigação de “gostar do que faz”, ele “faz o que gosta”. Eu acabo me incluindo ai, mas assumo minha responsabilidade e estou disposto a ser assassinado (até mesmo como exemplo) no momento crucial de uma revolução que traga justiça a este país.

Este trabalhador, transformado em mero objeto a ser negociado no “mercado de trabalho”, perde o sentido maior da vida, em Ni (intuição introvertida –> ver definiçaõ de Jung): torna-se, na linguagem tradicional do comunismo, “alienado”, ou seja: seu trabalho não faz sentido. Uma boa parcela de suas horas não tem qualquer finalidade maior dentro de sua configuração psíquica. Única e exclusivamente ele vende-se, como um mercenário, em troca de dinheiro.

A verdadeira liberdade só virá por meio da liberdade total do trabalhador em escolher suas tarefas. Isso depende de escolarização universal, algo que jamais será provido pelos sistemas políticos coniventes com o capitalismo, como o nosso.

Hoje, em discurso, a Dilma “Lixo” Rousseff, passou grande parte do tempo falando sobre benefícios que “taxas de juros menores” trariam ao país: balela. Tudo não passa de tenativa de divergir a opinião do verdadeiro culpado da situação ridícula de falta de leitos nos hospitais (o serviço de saúde é tão ridículo que nossos presidentes – Lula e Dilma – nunca hospedam-se em hospitais públicos, isso é coisa de “brasileiro”: eles vão para o “Sírio-Libanês”), de escolas em péssimas condições, de professores humilhados (vide greves de professores, incluindo em Brasília há cerca de 40 dias), de transporte coletivo caro (quando deveria ser provido pelo Estado de graça) etc.

Somos os bichos e o mercado de trabalho gosta muito disso. Somos colocados nas prateleiras e vendidos. Perdemos nossas almas a cada emprego aceito sem um sentido bem definido, sem uma noção clara além do mero receber de dinheiro para “pagar as contas”.

O mercado nos transforma em bichos, m objetos. O mercado vende bihcos. Cabe a nós mudar essa situação.

Para Refletir (177) + Jogos (64) std::cout << “Creative Destruction is Coming” << std::endl;

Nota: Imagens “in game” do jogo “Syndicate”.

 

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Jogos (63) Nuuvem.com.br Traz Descontos Para o Jogo Revolution Under Siege (Comande o Exército Vermelho Durante a Guerra Civil Russa)

Por Daniel cardoso Tavares
Fonte: nuuvem.com.br e revolutionundersiege.com

 

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Este post é apenas para avisar que o site nuuvem.com.br (um tipo de STEAM brasileira), estará fazendo descontos durante este final de semana no jogo  Revolution Under Siege.

Nele, você comanda o exército vermelho russo durante os anos de revolução, preparando toda a estratégia de combate durante a guerra civil russa.

Revolution Under Siege (RUS) é um jogo simultâneo baseado em turnos de guerra histórica que coloca você no comando de uma das facções que lutaram na Guerra Civil Russa (1917-1923).

De um grupo desorganizado de voluntários até criar o poderoso Exército Vermelho, com todo o armamento e equipamentos à sua disposição: aviões, tanques, trens blindados, tropas e os Konarmia Cheka (a famoso Cavalaria Vermelha).

Ou, no lado oposto, reunir todos os patriotas e reformar as divisões de elite que devem salvar a Santa Mãe Rússia.

 

Você pode comprar (e baixar online) aqui.

Para Refletir (176) Iron Will: Code Reds

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