Arquivo do mês: abril 2012
Por Daniel Cardoso Tavares
Desde o advento do capitalismo, cabe aos detentores dos chamados “meios de produção” (que são as ferramentas e maquinarias necessárias para produzir o que quer que seja) contratar empregados no “mercado”. Minha conspiração aqui, trata de ofender o mercado e, seguindo pensamento que sustento já há quase uma dúzia de anos, desprezá-lo.
Em um mercado, como em um tradicional mercado de frutas e legumes, cabe à mercado ser manuzeada, observada e vendida ao consumidor, que pagará, apenas, por aquela que esteja com o menor preço. No capitalismo, como em um mercadinho, o esforço humano está colocado em uma “fruteira”, sendo vendido como qualquer objeto. Aqui, então, o comparador é o detentor dos meios de produção e o objeto é o próprio sujeito.
O problema é que há um sério defeito nesta lógica: ela é desumana. Nesta simples negociata ele perde parte de sua honra e de sua humanidade.
Ao ofertar-se no “mercado de trabalho”, como uma prostituta (que, sob minha forma particular de comunismo –nunca a ser aplicada a menos que um milagre aconteça– seria atividade passível de prisão = incluindo os “consumidores”) ou uma chave de fenda, o trabalhador submete seu bem mais precioso: sua honra.
Ao trabalhador, que precisa sobreviver (por ser fraco em sua defesa da própria honra mesmo em face da morte ou por ter de sustentar terceiros), só resta humilhar-se a uma ocupação que não lhe representa nada: nem em seu plano pessoal, nem naquele plano maior, a que todos aspiramos, que é o bem da sociedade. Resta aqui a falácia do “cada um faz a sua parte”: um enorme engodo, cujo único objetivo é submeter a vontade e as expressões mais importantes do ser humano em troca da um suposto bem social. Como eu já afirmei certa vez, ainda enquanto estudava para o IRBr, há alguns anos: esta lógica é completamente falaciosa. Nenhum sujeito filho de família abastada sente a obrigação de “gostar do que faz”, ele “faz o que gosta”. Eu acabo me incluindo ai, mas assumo minha responsabilidade e estou disposto a ser assassinado (até mesmo como exemplo) no momento crucial de uma revolução que traga justiça a este país.
Este trabalhador, transformado em mero objeto a ser negociado no “mercado de trabalho”, perde o sentido maior da vida, em Ni (intuição introvertida –> ver definiçaõ de Jung): torna-se, na linguagem tradicional do comunismo, “alienado”, ou seja: seu trabalho não faz sentido. Uma boa parcela de suas horas não tem qualquer finalidade maior dentro de sua configuração psíquica. Única e exclusivamente ele vende-se, como um mercenário, em troca de dinheiro.
A verdadeira liberdade só virá por meio da liberdade total do trabalhador em escolher suas tarefas. Isso depende de escolarização universal, algo que jamais será provido pelos sistemas políticos coniventes com o capitalismo, como o nosso.
Hoje, em discurso, a Dilma “Lixo” Rousseff, passou grande parte do tempo falando sobre benefícios que “taxas de juros menores” trariam ao país: balela. Tudo não passa de tenativa de divergir a opinião do verdadeiro culpado da situação ridícula de falta de leitos nos hospitais (o serviço de saúde é tão ridículo que nossos presidentes – Lula e Dilma – nunca hospedam-se em hospitais públicos, isso é coisa de “brasileiro”: eles vão para o “Sírio-Libanês”), de escolas em péssimas condições, de professores humilhados (vide greves de professores, incluindo em Brasília há cerca de 40 dias), de transporte coletivo caro (quando deveria ser provido pelo Estado de graça) etc.
Somos os bichos e o mercado de trabalho gosta muito disso. Somos colocados nas prateleiras e vendidos. Perdemos nossas almas a cada emprego aceito sem um sentido bem definido, sem uma noção clara além do mero receber de dinheiro para “pagar as contas”.
O mercado nos transforma em bichos, m objetos. O mercado vende bihcos. Cabe a nós mudar essa situação.
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Por Daniel Cardoso Tavares
A possibilidade de ataque ao Irã tem causado sérias divisões na política israelense, em especial entre os chefes dos serviços de inteligência, em conjunto com chefes militares, e os políticos.
Por incrível que pareça, os chefes militares são contrários ao ataque, enquanto os políticos, incluindo o Primeiro Ministro, apoiam a ideia de ação preventiva.
De acordo com o ex-chefe do Mossad (serviço de inteligência de Israel): “A ideia de ataque ao Irã foi a coisa mais estúpida que já ouvi”.
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Nota: Imagens “in game” do jogo “Syndicate”.
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Fonte: http://www.starcourier.com/newsnow/x1942562845/U-S-sees-South-America-as-possible-China-counter
ABOARD A U.S. MILITARY AIRCRAFT —
In these days of shrinking U.S. defense budgets, the Obama administration is looking to South America to help monitor and protect the Asia-Pacific region in the years ahead.
During visits to Colombia, Brazil and Chile this past week, Pentagon chief Leon Panetta underscored their importance as military partners in the Pacific, where China is challenging U.S. influence in a number of countries. As those defense relationships grow, officials say it can only help U.S. economic and political ties across South America.
Panetta’s talks also focused on how the United States can support their military efforts, including those directed at the expanding threat of cyberattacks, according to several senior defense officials who spoke on condition of anonymity because the meetings were private.
U.S. officials left the region thinking that at some point there may be opportunities to talk with South American nations about helping to train Afghan forces after NATO combat troops leave at the end of 2014. Officials would provide no details on which countries might eventually be willing to take on some of the training mission, which will need advisers as other NATO nations withdraw their troops.
With the U.S. turning its focus from Iraq and Afghanistan, the Pentagon’s new military strategy puts more importance on the Asia-Pacific region. North Korea is a growing threat while China is building its military and working to expand its political and economic influence.
The Pentagon is poised to move more forces to the Pacific, including rotating units in and out of Australia. The U.S. has long provided training, equipment, assistance and a security umbrella for many of the region. With looming budget cuts that will reduce the size of the military, the U.S. is looking to South American countries to be more active global partners.
"The United States, just like other countries, are facing budget constrictions, which are going to affect the future," Panetta told reporters at a news conference in Brazil. "And what we believe is that the best way to approach the future is to develop partnerships, alliances, to develop relationships with other countries, share information, share assistance, share capabilities, and in that way we can provide greater security for the future."
Panetta would like to see South American countries use their greater military capability to train some Central American nations that are not as advanced.
Defense chiefs Juan Camillo Pinzon of Colombia, Celso Amorim of Brazil and Andres Allamand of Chile brought up cyberthreats as a major concern, including incidents of hacker attacks and data thefts, U.S. defense officials said.
The three countries, said one official said, want help from the U.S. in hardening their computer networks against breaches and increasing their technological skills. The official said there is a recognition of how vulnerable they are, and they want to learn more about the nature of the threat and how to combat it.
That threat is likely to involve China, which is steadily gaining as a top trading partner and economic developer in South America. It’s surpassing the U.S. in trade with Brazil, Chile and Peru, and is a close second in Argentina and Colombia.
For the first time, U.S. intelligence officials publicly called out China late last year as a significant cyberthreat. While they did not directly tie attacks to the Beijing government, they said the Chinese are systematically stealing American high-tech data for their own economic gain. The unusually forceful public report seemed to signal a new, more vocal U.S. government campaign against the cyberattacks.
The Pentagon’s clandestine National Security Agency is an acknowledged world leader in cybertechnologies. U.S. officials have struggled to work out ways for the government to help other nations as well as the private sector in the United States shore up critical networks.
To date, however, countries around the world have not come up with any detailed agreements on how best to work together. These issues present legal and political challenges, including conflicting laws and the lack of broadly accepted international guidelines for Internet oversight.
Panetta made it clear that cybersecurity was "a whole new arena" that all the nations are concerned about. He also encouraged South American nations to expand their security efforts to other regions, including Africa.
"The United States must remain a global power," Panetta said during a speech in Brazil. "But … more and more nations are making and must make an important contribution to global security. We welcome and encourage this new reality because frankly it makes the world safer and all of our nations stronger."
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Fonte: Coronel da reserva Douglas MacGregor, dos EUA, em entrevista para o Russia Today (politicaexterna.com).
Eu acho que existe algo mais importante. Nós falamos sobre o que eles (iranianos) farão se forem atacados…
Eu acho que devemos olhar para o resto do mundo: o que o resto do mundo fará se Israel atacar o Irã?
Lembre-se que este é um ataque não provocado. Os israelenses podem afirmar o contrário, e insistir de outra forma, pintando esse cenário de enorme risco à segurança de Israel.
A verdade, porém, é que ninguém engole isso.
Minha visão é a de que, se você fizer isso, se Israel fizer isso, então o Irã definitivamente terá armas nucleares.
Eles não precisarão construí-las, eles as receberão.
As pessoas darão armas nucleares a eles.
Eles terão tanta ajuda que nem saberão o que fazer com ela.
E o Irã ficará mais hostil, maior, mais furioso e mais perigoso do que jamais foi.
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Por Daniel cardoso Tavares
Fonte: nuuvem.com.br e revolutionundersiege.com
Este post é apenas para avisar que o site nuuvem.com.br (um tipo de STEAM brasileira), estará fazendo descontos durante este final de semana no jogo Revolution Under Siege.
Nele, você comanda o exército vermelho russo durante os anos de revolução, preparando toda a estratégia de combate durante a guerra civil russa.
Revolution Under Siege (RUS) é um jogo simultâneo baseado em turnos de guerra histórica que coloca você no comando de uma das facções que lutaram na Guerra Civil Russa (1917-1923).
De um grupo desorganizado de voluntários até criar o poderoso Exército Vermelho, com todo o armamento e equipamentos à sua disposição: aviões, tanques, trens blindados, tropas e os Konarmia Cheka (a famoso Cavalaria Vermelha).
Ou, no lado oposto, reunir todos os patriotas e reformar as divisões de elite que devem salvar a Santa Mãe Rússia.
Você pode comprar (e baixar online) aqui.
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