Citações (89) Lei x Força nas Relações Internacionais
Fonte: Noam Chomsky, em http://www.politicaexterna.com/19693
É assim que o mundo funciona.
As coisas não funcionam da forma como você aprendeu nas suas aulas.
O mundo é governado pela força, não pela lei.
Em Brasília: Curso Básico sobre Internacionalização de Empresas
Por Daniel Cardoso Tavares
A Monde, consultoria internacional júnior do IESB (Instituto de Educação Superior de Brasília), realizará o "Curso Básico sobre Internacionalização de Empresas" entre os dias 17 e 18 de maio de 2011.
No evento, profissionais da área de negócios internacionais discutirão o passo-a-passo do processo de internacionalização. O evento acontecerá no IESB da Asa Sul, que fica na SGAS Quadra 613/614 – Lote 97 e 98 Av. L2 Sul.
Maiores informações podem ser obtidas no seguinte endereço: http://workshopmonde.blogspot.com/
Programação:
17/05
09h00-12h00 – Módulo I – Introdução e quesitos à internacionalização (Hugo Teóphilo)
14h00-17h00 – Módulo II – Logística Internacional (Hermann Marx)
17h30-18h00 – Case Empresarial (Hugo Teóphilo)18/05
09h00-12h00 – Módulo III – Marketing Internacional (Rodrigo Cintra)
14h00-17h00 – Módulo IV – Estratégias de Inserção em Novos Mercados (Rodrigo Cintra)
Quanto custa?
- Estudantes: R$ 30,00
- Profissionais: R$ 50,00
Certificados: serão emitidos certificados de 20 horas aos participantes que obtiverem 80% de presença.
(Vídeo) Professor INTJ Comenta a Passagem do Comando das Ações na Líbia para a OTAN
Por Daniel Cardoso Tavares
Francisco Carlos Teixeira ressalta que vários países árabes não querem ficar sobre o domínio na Otan, o que causa problemas para a coalizão.
Segundo ele, deve ficar claro que não é uma luta do Ocidente contra o mundo árabe.
O professor, de acordo com minhas análises, também é um INTJ, mas age de forma 200% mais sóbria do que a que eu apresento aqui
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Comentário
Discordo, contudo, da visão dele de que é um processo 100% religion free.
As manifestações não tem um caráter explicitamente religioso porque surgiram "out of the blue", sem programação, sem um plano anterior ou organização bem feita. Elas foram espontâneas, o que faz com que os próprios manifestantes não saibam exatamente o que querem (no sentido de não terem líderes explícitos): eles sabem o que não querem e os parâmetros mínimos do novo governo.
Continuo sustentando que as democracias que surgirão terão as seguintes características:
1 – Anti-americanismo
2 – O surgimento de uma forma de democracia com tempero islâmico.
Meu ponto 2 estaria sustentado no fato de estarem ocorrendo em países que tem um fundamento religioso e que a religião predominante, islã, carrega aspectos políticos e jurídicos em seu corpo. Não é apenas uma questão filosófica abstrata, mas também prática. Imaginar que haverá uma separação rigorosa entre religião e o Estado em tal circunstância não seria preciso.
Mais um Erro da Dilma: “Brasil vai Apoiar Todas as Medidas da ONU em Relação à Líbia”
Por Daniel Cardoso Tavares
Fonte: Correio Braziliense
De acordo com o Correio Braziliense, o governo brasileiro informou que vai apoiar todas as medidas que forem adotadas pela ONU em relação à Líbia.
A decisão foi anunciada por Rodrigo Baena, porta-voz da Presidência da República.
"Indagado se esse apoio incluiria até mesmo ações armadas, Baena respondeu: ‘em todas as situações’."
Comentário
A Dilma está cometendo outro erro muito, muito grave. Se ela apoiar uma intervenção armada na Líbia será um retrocesso em múltiplos sentidos, incluindo a própria segurança do Brasil.
Nós temos que ser capazes de decidir de acordo com nossa discrição. Não compensa "apoiar" uma intervenção armada, isso é um tiro na cabeça no longo prazo.
Não é um erro qualquer, mas um erro de gravíssimo impacto, que será utilizado por nossos "oponentes" (países com posição radicalmente contrária ao Brasil em determinados temas) pelo resto dos tempos.
Simplesmente faz com que não tenhamos qualquer moral para, um dia, sabe-se lá quando, impedir que uma intervenção armada seja feita contra algum de nossos aliados ou nós mesmos.
As decisões passadas têm peso muito grande nas Relações Internacionais e, caso haja no futuro, por exemplo, uma votação que seja contra nossos interesses, os outros Estados poderão simplesmente afirmar que "o Brasil tem histórico de apoiar invasões armadas a outros países" e que "por isso, não pode ser contra a invasão do (…)".
A postura ideal para o Brasil é apoiar ou não de acordo com sua visão estratégica de longo prazo, mas seguindo o que quer que seja decidido pela ONU. Pode parecer confuso, mas é a mesma lógica adotada na questão do Irã, no ano passado, que foi tão deturpada pela grande mídia a fim de confundir o público:
Só lembrando o caso do ano passado:
1 – O Brasil foi contra sanções ao Irã.
2 – O Brasil fez protesto contra a decisão após sua aprovação no CSNU.
3 – Só que, por estar juridicamente comprometido com a ONU, executou as sanções no território brasileiro. A contragosto e mantendo o protesto, mas obedeceu a decisão.
Vou dar um exemplo mais "real life":
Alguém manda você tirar seu sapato em uma sala de reuniões. Você discorda. Todos votam e a maioria decide que você deva tirar seu sapato. Você continua contrário à decisão, mas, como havia assinado documento comprometendo-se a obedecer a decisão da maioria, você tira seu o calçado.




